Referências sobre twitter e jornalismo

03/02/2010

Mais da metade dos estudantes da quinta fase de jornalismo (Estácio Sc) já possui uma conta no twitter. Fiquei feliz com isso, e agora cabe a cada um descobrir como tirar o melhor proveito disso. Para motivar nossa cobertura colaborativa do “#classico” catarinense Figueirense x Avaí, nesta quinta (04/02), selecionei alguns links com dicas para quem está começando a usar e artigos para refletirmos sobre a ferramenta que vamos  usar.

“Tudo” sobre o twitter no Guia do Twitter, da Agência Talk.

Dicas para iniciantes na linguagem “da galera”, por Sanja

Como usar as mídias sociais no jornalismo?
Por Ana Maria Brambilla (em 06/10/2009)

Twitter pressiona uma mudança no foco da atividade jornalística
Por Carlos Castilho (em 15/7/2009)

O caos criativo na internet e as opções do jornalismo
Por Carlos Castilho (em 22/9/2009)

Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba

O Twitter como suporte para produção e difusão de conteúdos jornalísticos
Por Gabriela da Silva Zago

Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba

Apropriações jornalísticas do Twitter: A Criação de Mashups
Por Gabriela da Silva Zago

A tag twitter, no meu delicious, tem muito mais.

Nas ondas da web

06/10/2009

Grata surpresa encontrar uma matéria em áudio sobre orkut e twitter no blog Baú de Palha, da acadêmica de jornalismo Cristini Moritz, hoje em “nossa” turma de Mídia Digital e Internet (3).  O programa tem pouco menos de seis minutos e apresenta bons depoimentos dos jornalistas Rogério Cristofolett i e Caco Barcellos sobre o twitter, além de outras quatro entrevistas com não-jornalistas sobre o orkut.

O parceiro da Cris na locução é Jonathan Resque. Na produção, a dupla já citada teve a companhia de Eduardo Nascimento e Márcio Goebel. Esta equipe produziu ainda outro programa abordando Youtube e Myspace, mas este não incorporo aqui para vocês ouvirem lá no Baú de Palha.

Algumas referências sobre twitter e jornalismo

28/09/2009

Apesar de alguns protestos (acreditem!), consegui que todos os estudantes de Mídia Digital da quinta fase de jornalismo (Estácio-SC) abrissem uma conta no twitter. Se vai ser útil ou não para eles, depende deles experimentarem e encontrarem (ou não) algum valor em fazer parte desta rede.

Para mostrar o potencial da ferramenta e um pouco da discussão sobre implicações do uso do twitter no jornalismo, selecionei alguns textos. Claro que tem muito mais textos interessantes por aí, então recomende o seu através dos comentários (obrigado desde já).

O básico do básico e muito mais: Guia do Twitter, da Agência Talk

Twitter pressiona uma mudança no foco da atividade jornalística
Por Carlos Castilho (em 15/7/2009)

O caos criativo na internet e as opções do jornalismo
Por Carlos Castilho (em 22/9/2009)

Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba

O Twitter como suporte para produção e difusão de conteúdos jornalísticos
Por Gabriela da Silva Zago

Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba

Apropriações jornalísticas do Twitter: A Criação de Mashups
Por Gabriela da Silva Zago

Compartilhando anotações de palestra sobre Google, jornalismo e inovação

25/11/2008

Quando eu assisto palestras como a de Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil, na última quinta-feira durante o Fórum SUCESU-SC de Inovação Tecnológica, é inevitável lembrar dos meus alunos de jornalismo. Queria que estivessem ali. Em pouco mais uma hora, uma boa síntese de temas importantes relacionados com internet e inovação a partir do caso Google.

O que eu mais gostaria de destacar para os estudantes é o fato de que o Google, uma empresa de tecnologia que fatura majoritariamente como empresa de mídia (com publicidade), não tem departamento de inovação. Todos os funcionários trabalham com inovação. Segundo Ximenes, o Google é uma empresa de serviços, a tecnologia é apenas um meio. “Trabalhamos com inovação em serviços”, diz. E nada de armadilhas para fidelizar o internauta: “Não há nada que prenda o usuário nos serviços do Google, a qualidade é que mantém o público”.

Mas e o que isso tem a ver com jornalismo? As empresas de mídia deviam seguir o mesmo caminho, buscando novos modos de oferecer seus conteúdos, desenvolvendo um “jornalismo serviço”, em vez de insistirem somente no “jornalismo produto”, como fala R.C. Alves. É preciso se reiventar, com foco no serviço, no conteúdo: as ferramentas tecnológicas são meios, que devem ser explorados, mas com o objetivo de prestar um serviço inovador.

Quando comentou a fase atual da internet — que ele chama de internet relacional — Ximenes destacou que hoje a rede é direcionada pelos usuários e não pelos grandes players. Segundo o diretor do Google, a WEB 2.0 é o usuário no poder. E o foco no usuário seria um dos princípios básicos do Google, assim como “ouvir os pares” (colaboradores, desenvolvedores). E para os negócios, um princípio fundamental é a “escalabilidade”. Se não dá pra distribuir por todo o mundo não é negócio para o Google.

Outra característica importante do Google comentada por Ximenes: lance rápido, deixe o usuário decidir se o serviço é bom. “Inovação não é perfeição instantânea”, enfatiza.

Para Ximenes, os pilares da revolução digital são:

  • o barateamento do poder de armazenamento de dados;
  • a popularização da banda larga,
  • a democratização das ferramentas de produção, que permitem aos usuários gerar conteúdo
  • os diversos “devices” que podem acessar a rede (Iphone etc)
  • Sobre tendências no mundo digital, o Diretor do Google foi claro: “Cada vez mais a primeira experiência das pessoas com internet é via celular. Esse é o caminho a ser seguido”.

    Rodrigo Lóssio, assessor de comunicação da Sucesu-SC, e Alexandre Gonçalves, do Coluna Extra, também estiveram lá e tem comentários interessante em seus blogs sobre outros pontos da palestra que não abordei aqui.