Quinta é dia de clássico também no twitter

02/02/2010

Começamos o semestre na noite de terça e a turma já deu uma  ótima sugestão: fazer a cobertura do clássico Figueirense x Avaí através do twitter. O jogo será na próxima quinta 04/10, 21h50min.

Cada aluno usará seu próprio twitter para postar, e todos usarão a hashtag #classico para facilitar a visualização do “conjunto da obra”. UMA OBRA COLABORATIVA! Convidamos a todos para participar desta experiência, usando também #classico, para que os tuiteiros de Floripa tenham uma boa rede de informantes, publicando muitas “notícias” e opiniões.

Poucos acadêmicos têm celulares com acesso à web, a grande maioria vai enviar seus tweets via sms (celular) através do SMS2Blog.

Abaixo algumas anotações que fizemos nesta que está sendo uma primeira aula bem animada:

COBERTURA CLÁSSICO FIG X AVA 2010

1. cada um no seu twitter
2. usar a hash tag #classico (sem acento)
3. no dia, divulgar para twitters relacionados
4. usar português correto, com poucas abreviações, por exemplo:
c/ p/ q vc
5.gols serão informados por andré

Estilo: Pessoal. Coloquial. Analítico. Fatos (números, dados). “humano”. SERVIÇO.

Nem tudo o que importa, ocorre dentro de campo.

Possíveis pautas/temas:
making off das coberturas jornalísticas;
torcida
trabalhadores/comércio
organização (desde pm até âmbulância, promotoria)
futebol – tática e técnica
Serviço: trânsito, estacionamento, preços etc.

Os twitters dos alunos de terça de noite (pessoal da turma da manhã, comenta aí seus nomes de usuários, por favor):

@lalohomrich

@maribllo

@polianapallaoro

@ariana_ramos

@juwendhausen

@podiacki

@bruninhaacoelho

@kauanaps

@gio_oliver

Do facilitador/professor: @rogeriomosimann

(atualizado na quarta, 17h47min)

O uso de blogs no Grupo RBS

22/10/2009

Hoje (22/10) pela manhã, a jornalista e diretora de Internet do Grupo RBS, Marta Gleich, deu uma palestra no auditório da Famecos/PUCRS, em Porto Alegre, sobre uso de blogs no Grupo RBS. Para sorte de quem não esteve lá, o jornalista e professor de Comunicação da Famecos/PUCRS , Marcelo Trasel, foi tuitando ao longo da palestra, o que nos proporcionou informações interessantes como dicas de redação, dicas para ter mais audiência, números de visitas e temas mais populares.

Compilei abaixo as tuitadas do @trasel para compartilhar com vocês. Confiram. Continue lendo »

Entrevista com repórteres ganhadores do Prêmio Vladimir Herzog

21/10/2009

Com a reportagem Castelo dos Sonhos [pdf], publicada na revista da ong Childhood Brasil, Marques Casara e Tatiana Cardeal ganharam menção honrosa na trigésima-primeira edição do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, um dos mais conceituados do Brasil. Dauro Veras fez entrevistas muito interessantes com Marques e Tatiana. Eles contam os bastidores da apuração e os desafios de se fazer reportagens investigativas.

Leiam a matéria premiada e as entrevistas, com Marques Casara e Tatiana Cardeal. Um trecho de cada pra instigar:

Casara – Não me interesso mais pela grande mídia. Desde o ano 2001 atuo exclusivamente para organizações que não estão vinculadas ao jornalismo industrial. Posso fazer um jornalismo mais libertário e revolucionário. Não estou limitado pelos interesses comerciais das empresas de comunicação. Hoje, o que dá lucro para essas empresas é o jornalismo de entretenimento, mesmo quando disfarçado de “investigativo”. Desde que sai desse circuito ganhei um Prêmio Esso e dois Herzog. É um bom referencial. Estou construíndo um caminho próprio, sem holofotes mas com muita realização pessoal. Uma dica pra quem tá começando na profissão: todo jornalismo é investigativo. Se não é investigativo, não é jornalismo.

Tatiana Cardeal – (…) Houve momentos em que tive muito medo e outros em que surpreendemente me vi coordenando a situação com certa excitação para obter a melhor momento/ângulo de uma foto. Havia uma série de cuidados sobre o que fotografar e quando fotografar, não dava pra chegar clicando. Também havia o desafio de encontrar imagens fortes e/ou sensíveis que contassem a história e que fossem publicáveis, já que não se pode expor as imagens das vítimas da exploração sexual.

Algumas referências sobre twitter e jornalismo

28/09/2009

Apesar de alguns protestos (acreditem!), consegui que todos os estudantes de Mídia Digital da quinta fase de jornalismo (Estácio-SC) abrissem uma conta no twitter. Se vai ser útil ou não para eles, depende deles experimentarem e encontrarem (ou não) algum valor em fazer parte desta rede.

Para mostrar o potencial da ferramenta e um pouco da discussão sobre implicações do uso do twitter no jornalismo, selecionei alguns textos. Claro que tem muito mais textos interessantes por aí, então recomende o seu através dos comentários (obrigado desde já).

O básico do básico e muito mais: Guia do Twitter, da Agência Talk

Twitter pressiona uma mudança no foco da atividade jornalística
Por Carlos Castilho (em 15/7/2009)

O caos criativo na internet e as opções do jornalismo
Por Carlos Castilho (em 22/9/2009)

Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba

O Twitter como suporte para produção e difusão de conteúdos jornalísticos
Por Gabriela da Silva Zago

Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba

Apropriações jornalísticas do Twitter: A Criação de Mashups
Por Gabriela da Silva Zago

Palestra de Ethevaldo Siqueira marca lançamento de cooperação entre jornalistas e profissionais de tecnologia

11/08/2009

Estaremos lá na Assembléia, nesta terça (11/08), a partir das 19h, e todas as turmas de jornalismo noturno da Estácio também.

Além de Ethevaldo Siqueira, foram convidados para o evento representantes das empresas de mídia, do setor de tecnologia e das universidades. Continue lendo »

Diretor de Comunicação do Google no Brasil grava mensagem para alunos de jornalismo

25/11/2008

Na conversa após a palestra (vejam o post abaixo), uma iniciativa muito legal de Rodrigo Lóssio, responsável pela Comunicação na Sucesu-SC, perguntei para o Diretor de Comunicação do Google no Brasil, Felix Ximenes, que conselho ou dica ele teria hoje para quem está cursando jornalismo. Eis a resposta:

Compartilhando anotações de palestra sobre Google, jornalismo e inovação

25/11/2008

Quando eu assisto palestras como a de Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil, na última quinta-feira durante o Fórum SUCESU-SC de Inovação Tecnológica, é inevitável lembrar dos meus alunos de jornalismo. Queria que estivessem ali. Em pouco mais uma hora, uma boa síntese de temas importantes relacionados com internet e inovação a partir do caso Google.

O que eu mais gostaria de destacar para os estudantes é o fato de que o Google, uma empresa de tecnologia que fatura majoritariamente como empresa de mídia (com publicidade), não tem departamento de inovação. Todos os funcionários trabalham com inovação. Segundo Ximenes, o Google é uma empresa de serviços, a tecnologia é apenas um meio. “Trabalhamos com inovação em serviços”, diz. E nada de armadilhas para fidelizar o internauta: “Não há nada que prenda o usuário nos serviços do Google, a qualidade é que mantém o público”.

Mas e o que isso tem a ver com jornalismo? As empresas de mídia deviam seguir o mesmo caminho, buscando novos modos de oferecer seus conteúdos, desenvolvendo um “jornalismo serviço”, em vez de insistirem somente no “jornalismo produto”, como fala R.C. Alves. É preciso se reiventar, com foco no serviço, no conteúdo: as ferramentas tecnológicas são meios, que devem ser explorados, mas com o objetivo de prestar um serviço inovador.

Quando comentou a fase atual da internet — que ele chama de internet relacional — Ximenes destacou que hoje a rede é direcionada pelos usuários e não pelos grandes players. Segundo o diretor do Google, a WEB 2.0 é o usuário no poder. E o foco no usuário seria um dos princípios básicos do Google, assim como “ouvir os pares” (colaboradores, desenvolvedores). E para os negócios, um princípio fundamental é a “escalabilidade”. Se não dá pra distribuir por todo o mundo não é negócio para o Google.

Outra característica importante do Google comentada por Ximenes: lance rápido, deixe o usuário decidir se o serviço é bom. “Inovação não é perfeição instantânea”, enfatiza.

Para Ximenes, os pilares da revolução digital são:

  • o barateamento do poder de armazenamento de dados;
  • a popularização da banda larga,
  • a democratização das ferramentas de produção, que permitem aos usuários gerar conteúdo
  • os diversos “devices” que podem acessar a rede (Iphone etc)
  • Sobre tendências no mundo digital, o Diretor do Google foi claro: “Cada vez mais a primeira experiência das pessoas com internet é via celular. Esse é o caminho a ser seguido”.

    Rodrigo Lóssio, assessor de comunicação da Sucesu-SC, e Alexandre Gonçalves, do Coluna Extra, também estiveram lá e tem comentários interessante em seus blogs sobre outros pontos da palestra que não abordei aqui.

    Muito além do papel de um jornal

    24/09/2008

    A nova campanha do jornal O Globo mostra de forma didática e bem sintética as transformações que os jornais estão passando. Confiram. Já faz tempo que jornal não é só aquilo que se compra nas bancas e depois de lido serve pra embrulhar peixe.

    Excel e jornalismo

    20/05/2008

    Vamos usar uma apostila da Abraji - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo como roteiro para nossas aulas de excel: Car Excel Abraji. A Abraji também disponibiliza um ppt sobre CAR, em inglês, de uma apresentação de Steve Doig.

    Para mais informações e referência futura, leiam a apostila completa sobre o Excel 2003 baixada do site apostilando.com.

    Jornalismo e informação estruturada

    16/05/2008

    Pedro Valente, colega jornalista, conversou por skype com alunos de pós-graduação do Cesusc. O tema é um dos mais importantes para ser discutido hoje quando pensamos o jornalismo on-line (e até off-line). E Pedro um dos raros jornalistas programadores, com uma visão muito bem fundamentada em experiência própria e referências “up to date“.

    Ver os slides não é a mesma coisa que ouví-lo, mas dá pra fazer pensar (e pegar links ótimos).