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	<title>Mídia Digital Internet &#187; celular</title>
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		<title>Compartilhando anotações de palestra sobre Google, jornalismo e inovação</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando eu assisto palestras como a de Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil, na última quinta-feira durante o Fórum SUCESU-SC de Inovação Tecnológica, é inevitável lembrar dos meus alunos de jornalismo. Queria que estivessem ali. Em pouco mais uma hora, uma boa síntese de temas importantes relacionados com internet e inovação a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu assisto palestras como a de Felix Ximenes, diretor de <a href="http://www.google.com.br/intl/pt-BR/press/">comunicação do Google</a> no Brasil, na última quinta-feira durante o <a href="http://www.sc.sucesu.org.br/forumdeinovacao/">Fórum SUCESU-SC de Inovação Tecnológica</a>, é inevitável lembrar dos meus alunos de jornalismo. Queria que estivessem ali. Em pouco mais uma hora, uma boa síntese de temas importantes relacionados com <strong>internet e inovação a partir do caso Google</strong>.</p>
<p>O que eu mais gostaria de destacar para os estudantes é o fato de que o Google, uma empresa de tecnologia que fatura majoritariamente como empresa de mídia (com publicidade), não tem departamento de inovação. Todos os funcionários trabalham com inovação. Segundo Ximenes, o <strong>Google é uma empresa de serviços, a tecnologia é apenas um meio</strong>. “Trabalhamos com inovação em serviços”, diz. E nada de armadilhas para fidelizar o internauta: “Não há nada que prenda o usuário nos serviços do Google, a qualidade é que mantém o público”.</p>
<p>Mas e <strong>o que isso tem a ver com jornalismo</strong>? As empresas de mídia deviam seguir o mesmo caminho, buscando novos modos de oferecer seus conteúdos, desenvolvendo um “jornalismo serviço”, em vez de insistirem somente no “jornalismo produto”, como fala <a href="http://ojs.portcom.intercom.org.br/index.php/cs_um/article/viewFile/4751/4465">R.C. Alves</a>. É preciso se reiventar, com foco no serviço, no conteúdo: as ferramentas tecnológicas são meios, que devem ser explorados, mas com o objetivo de prestar um serviço inovador.</p>
<p>Quando comentou a fase atual da internet — que ele chama de internet relacional — Ximenes destacou que hoje <strong>a rede é direcionada pelos usuários</strong> e não pelos grandes players. Segundo o diretor do Google, a WEB 2.0 é o usuário no poder. E o foco no usuário seria um dos princípios básicos do Google, assim como “ouvir os pares” (colaboradores, desenvolvedores).  E para os negócios, um princípio fundamental é a “escalabilidade”. Se não dá pra distribuir por todo o mundo não é negócio para o Google.</p>
<p>Outra característica importante do Google comentada por Ximenes: <strong>lance rápido, deixe o usuário decidir se o serviço é bom</strong>. “Inovação não é perfeição instantânea”, enfatiza.</p>
<p>Para Ximenes, os pilares da revolução digital são:</p>
<li>o barateamento do poder de armazenamento de dados; </li>
<li>a popularização da banda larga, </li>
<li>a democratização das ferramentas de produção, que permitem aos usuários gerar conteúdo</li>
<li>os diversos “devices” que podem acessar a rede (Iphone etc) </li>
<p>Sobre tendências no mundo digital, o Diretor do Google foi claro: “Cada vez mais a primeira experiência das pessoas com <strong>internet é via celular</strong>. Esse é o caminho a ser seguido”.</p>
<p><a href="http://www.lossio.com.br/2008/11/24/entrevistas-e-bate-papo-com-o-diretor-do-google-brasil/">Rodrigo Lóssio</a>, assessor de comunicação da Sucesu-SC, e Alexandre Gonçalves, do <a href="http://colunaextra.blogspot.com/2008/11/em-busca-de-respostas-sobre-google.html">Coluna Extra</a>, também estiveram lá e tem comentários interessante em seus blogs sobre outros pontos da palestra que não abordei aqui.</p>
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