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	<title>Mídia Digital Internet &#187; Referências</title>
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		<title>Apostila de Dreamweaver</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 18:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre recomendo o apostilando.com, onde tem apostila pra tudo, mas para facilitar a vida dos meus caros alunos que estão aprendendo o básico da criação de sites, trouxe pra cá uma apostila de Dreamweaver MX produzida por um pessoal Unicamp (republicação autorizada).
Faça o download: Apostila Dreamweaver MX
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre recomendo o <a href="http://apostilando.com" target="_blank">apostilando.com</a>, onde tem apostila pra tudo, mas para facilitar a vida dos meus caros alunos que estão aprendendo o básico da criação de sites, trouxe pra cá uma apostila de Dreamweaver MX produzida por um pessoal Unicamp (republicação autorizada).</p>
<p>Faça o download: <a href="http://floripaadventure.com/wp/wp-content/uploads/2009/10/dreamweaver.rar">Apostila Dreamweaver MX</a></p>
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		<title>Algumas referências sobre twitter e jornalismo</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 18:42:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de alguns protestos (acreditem!), consegui que todos os estudantes de Mídia Digital da quinta fase de jornalismo (Estácio-SC) abrissem uma conta no twitter. Se vai ser útil ou não para eles, depende deles experimentarem e encontrarem (ou não) algum valor em fazer parte desta rede.
Para mostrar o potencial da ferramenta e um pouco da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar de alguns protestos (acreditem!), consegui que todos os estudantes de Mídia Digital da quinta fase de jornalismo (<a href="http://www.sc.estacio.br" target="_blank">Estácio-SC</a>) abrissem uma conta no <a href="http://twitter.com" target="_blank">twitter</a>. Se vai ser útil ou não para eles, depende deles experimentarem e encontrarem (ou não) algum valor em fazer parte desta rede.</p>
<p>Para mostrar o potencial da ferramenta e um pouco da discussão sobre implicações do uso do twitter no jornalismo, selecionei alguns textos. Claro que tem muito mais textos interessantes por aí, então recomende o seu através dos comentários (obrigado desde já).</p>
<p>O básico do básico e muito mais: <a href="http://www.talk2.com.br/geral/versao-atualizada-do-guia-do-twitter-sem-cadastro/" target="_blank">Guia do Twitter</a>, da Agência Talk</p>
<p><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/blogs.asp?id_blog=2&amp;id=%7B4A191721-B7D1-4FB9-B43F-3D5FA685A243%7D" target="_blank">Twitter pressiona uma mudança no foco da atividade jornalística</a><br />
Por Carlos Castilho (em 15/7/2009)</p>
<p><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/blogs.asp?id_blog=2" target="_blank">O caos criativo na internet e as opções do jornalismo</a><br />
Por Carlos Castilho  (em 22/9/2009)</p>
<p><a href="http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-0279-1.pdf" target="_blank">Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo</a><br />
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba</p>
<p><a href="http://sbpjor.kamotini.kinghost.net/sbpjor/admjor/arquivos/individual44gabrielazago.pdf" target="_blank">O Twitter como suporte para produção e difusão de conteúdos jornalísticos</a><br />
Por Gabriela da Silva Zago</p>
<p><a href="http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-0279-1.pdf" target="_blank">Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo</a><br />
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba</p>
<p><a href="http://cencib.org/simposioabciber/PDFs/CC/Gabriela%20da%20Silva%20Zago.pdf" target="_blank">Apropriações jornalísticas do Twitter: A Criação de Mashups</a><br />
Por Gabriela da Silva Zago</p>
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		<title>História da Internet</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 20:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Vídeo interessante, na forma e no conteúdo. Dica do Pedro Rockembach
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9hIQjrMHTv4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9hIQjrMHTv4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object><br />
Vídeo interessante, na forma e no conteúdo. Dica do Pedro Rockembach</p>
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		<title>Diretor de Comunicação do Google no Brasil grava mensagem para alunos de jornalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na conversa após a palestra (vejam o post abaixo), uma iniciativa muito legal de Rodrigo Lóssio, responsável pela Comunicação na Sucesu-SC, perguntei para o Diretor de Comunicação do Google no Brasil, Felix Ximenes, que conselho ou dica ele teria hoje para quem está cursando jornalismo. Eis a resposta:

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Na conversa após a palestra (<a href="http://floripaadventure.com/wp/2008/11/compartilhando-anotacoes-de-palestra-sobre-google-jornalismo-e-inovacao/">vejam o post</a> abaixo), uma iniciativa muito legal de <a href="http://www.lossio.com.br/2008/11/24/entrevistas-e-bate-papo-com-o-diretor-do-google-brasil/">Rodrigo Lóssio</a>, responsável pela Comunicação na Sucesu-SC, perguntei para o Diretor de Comunicação do Google no Brasil, Felix Ximenes, que conselho ou dica ele teria hoje para quem está cursando jornalismo. Eis a resposta:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/wdf9tvwoXpg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/wdf9tvwoXpg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Compartilhando anotações de palestra sobre Google, jornalismo e inovação</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 19:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando eu assisto palestras como a de Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil, na última quinta-feira durante o Fórum SUCESU-SC de Inovação Tecnológica, é inevitável lembrar dos meus alunos de jornalismo. Queria que estivessem ali. Em pouco mais uma hora, uma boa síntese de temas importantes relacionados com internet e inovação a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu assisto palestras como a de Felix Ximenes, diretor de <a href="http://www.google.com.br/intl/pt-BR/press/">comunicação do Google</a> no Brasil, na última quinta-feira durante o <a href="http://www.sc.sucesu.org.br/forumdeinovacao/">Fórum SUCESU-SC de Inovação Tecnológica</a>, é inevitável lembrar dos meus alunos de jornalismo. Queria que estivessem ali. Em pouco mais uma hora, uma boa síntese de temas importantes relacionados com <strong>internet e inovação a partir do caso Google</strong>.</p>
<p>O que eu mais gostaria de destacar para os estudantes é o fato de que o Google, uma empresa de tecnologia que fatura majoritariamente como empresa de mídia (com publicidade), não tem departamento de inovação. Todos os funcionários trabalham com inovação. Segundo Ximenes, o <strong>Google é uma empresa de serviços, a tecnologia é apenas um meio</strong>. “Trabalhamos com inovação em serviços”, diz. E nada de armadilhas para fidelizar o internauta: “Não há nada que prenda o usuário nos serviços do Google, a qualidade é que mantém o público”.</p>
<p>Mas e <strong>o que isso tem a ver com jornalismo</strong>? As empresas de mídia deviam seguir o mesmo caminho, buscando novos modos de oferecer seus conteúdos, desenvolvendo um “jornalismo serviço”, em vez de insistirem somente no “jornalismo produto”, como fala <a href="http://ojs.portcom.intercom.org.br/index.php/cs_um/article/viewFile/4751/4465">R.C. Alves</a>. É preciso se reiventar, com foco no serviço, no conteúdo: as ferramentas tecnológicas são meios, que devem ser explorados, mas com o objetivo de prestar um serviço inovador.</p>
<p>Quando comentou a fase atual da internet — que ele chama de internet relacional — Ximenes destacou que hoje <strong>a rede é direcionada pelos usuários</strong> e não pelos grandes players. Segundo o diretor do Google, a WEB 2.0 é o usuário no poder. E o foco no usuário seria um dos princípios básicos do Google, assim como “ouvir os pares” (colaboradores, desenvolvedores).  E para os negócios, um princípio fundamental é a “escalabilidade”. Se não dá pra distribuir por todo o mundo não é negócio para o Google.</p>
<p>Outra característica importante do Google comentada por Ximenes: <strong>lance rápido, deixe o usuário decidir se o serviço é bom</strong>. “Inovação não é perfeição instantânea”, enfatiza.</p>
<p>Para Ximenes, os pilares da revolução digital são:</p>
<li>o barateamento do poder de armazenamento de dados; </li>
<li>a popularização da banda larga, </li>
<li>a democratização das ferramentas de produção, que permitem aos usuários gerar conteúdo</li>
<li>os diversos “devices” que podem acessar a rede (Iphone etc) </li>
<p>Sobre tendências no mundo digital, o Diretor do Google foi claro: “Cada vez mais a primeira experiência das pessoas com <strong>internet é via celular</strong>. Esse é o caminho a ser seguido”.</p>
<p><a href="http://www.lossio.com.br/2008/11/24/entrevistas-e-bate-papo-com-o-diretor-do-google-brasil/">Rodrigo Lóssio</a>, assessor de comunicação da Sucesu-SC, e Alexandre Gonçalves, do <a href="http://colunaextra.blogspot.com/2008/11/em-busca-de-respostas-sobre-google.html">Coluna Extra</a>, também estiveram lá e tem comentários interessante em seus blogs sobre outros pontos da palestra que não abordei aqui.</p>
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		<title>Guia da reforma ortográfica</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 16:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O iG colocou à disposição pra download o Guia da Reforma Ortográfica da Michaelis [pdf, 971 kb], que explica em detalhes as mudanças.
Obrigado pela dica, Dauro.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O iG colocou à disposição pra download o <a href="http://images.ig.com.br/hotsites/reforma_ortografica/Guia_Reforma_Ortografica_CP.pdf">Guia da Reforma Ortográfica da Michaelis</a> [pdf, 971 kb], que explica em detalhes as mudanças.</p>
<p>Obrigado pela dica, <a href="http://dauroveras.blogspot.com/">Dauro</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Muito além do papel de um jornal</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 18:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A nova campanha do jornal O Globo mostra de forma didática e bem sintética as transformações que os jornais estão passando. Confiram. Já faz tempo que jornal não é só aquilo que se compra nas bancas e depois de lido serve pra embrulhar peixe.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/I-Z_27CS0tk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/I-Z_27CS0tk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>A nova campanha do jornal O Globo mostra de forma didática e bem sintética as transformações que os jornais estão passando. Confiram. Já faz tempo que jornal não é só aquilo que se compra nas bancas e depois de lido serve pra embrulhar peixe.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Arquitetura da Informação e Usabilidade</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 20:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aulas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[arquitetura da informação]]></category>
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		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está na hora de começarmos a pensar um pouco em alguns conceitos fundamentais para darmos o próximo passo: criar sites. 
Arquitetura da informação: Organiza a informação de maneira clara e objetiva, de acordo com público alvo, facilitando o acesso à informação. O arquiteto de informação reúne o conteúdo e, junto com o designer, desenvolve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está na hora de começarmos a pensar um pouco em alguns conceitos fundamentais para darmos o próximo passo: criar sites. <span id="more-238"></span></p>
<p><strong>Arquitetura da informação</strong>: Organiza a informação de maneira clara e objetiva, de acordo com público alvo, facilitando o acesso à informação. O arquiteto de informação reúne o conteúdo e, junto com o designer, desenvolve a forma como este conteúdo será apresentado e classificado. Ele determina a ordem de aparição dos elementos, como a página principal e as intermediárias, por exemplo. Veja o que dizem Peter <a href="http://www.semanticstudios.com/">Morville</a> e Louis <a href="http://louisrosenfeld.com/home/">Rosenfeld</a>, no livro <a href="http://www.oreilly.com/catalog/infotecture/">Information Archictecture for the World Wide Web</a>:<br />
    <em></p>
<blockquote><p>That&#8217;s the main job of the information architect, who:</p>
<p>    * Clarifies the mission and vision for the site, balancing the needs of its sponsoring organization and the needs of its audiences.</p>
<p>    * Determines what content and functionality the site will contain.</p>
<p>    * Specifies how users will find information in the site by defining its organization, navigation, labeling, and searching systems.</p>
<p>    * Maps out how the site will accommodate change and growth over time.</p></blockquote>
<p></em></p>
<p>Último livro de Peter Morville: <a href="http://floripaadventure.com/rmosimann/2005/09/20/sobre-tags-3/">Ambient Findability</a></p>
<p>Mais sobre AI neste <a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2437">artigo de Bruno Rodrigues</a>, no webinsider. Ele define assim a Arquitetuta da Informação:</p>
<blockquote><p>Em um ambiente digital, é a tarefa de estruturar e distribuir as áreas, principais e secundárias, tornando as informações facilmente identificáveis, sua distribuição bem definida e, a navegação, intuitiva. Esta tarefa pode (e deve) ser aplicada não apenas a sites internet e intranet, mas a CDs–ROM, DVDs e ambientes wireless, levando–se em conta suas diferenças.
</p></blockquote>
<p>Rodrigues cita e explica os sete princípios da arquitetura da informação: Organizar; Navegar; Nomear; Buscar; Pesquisar; Desenhar; Mapear. <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2005/05/06/arquitetura-da-informacao/">Confira</a>.</p>
<p><strong>Usabilidade</strong>: “arte de tornar os sites simples e descomplicados”.</p>
<p>Vejamos o que diz <a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2398">Amyris Fernandez</a> sobre usabilidade:</p>
<p>“Usabilidade significa concentrar esforços para a facilidade do uso. A tarefa de alcançar uma meta simples, direta e o mais objetiva possível. Criar um sistema transparente que seja fácil de entender e operar instantaneamente. Usabilidade é pensar no usuário no início, no fim e sempre”. Esta definição de Chris McGregor, autor de Developing User-friendly Macromedia Flash Content, insiste em três palavras-chave que são a razão da existência da usabilidade: simplicidade, facilidade e usuário.</p>
<p>Para facilitar o percurso do usuário não existe um conjunto de regras fixas, mas vários caminhos para se alcançar o objetivo principal. Não importa a via escolhida, tudo se resume a organização, conteúdo e design&#8221;.</p>
<p>Afinal, o que é usabilidade?</p>
<p>Usabilidade é o componente do Standard de ISO 9241-11 (1998), e é definido da seguinte forma:</p>
<p>“Usabilidade é a eficiência, eficácia e satisfação com a qual os públicos do produto alcançam objetivos em um determinado ambiente”.</p>
<p>– Eficácia: é a capacidade de executar tarefa de forma correta e completa.</p>
<p>– Eficiência: são os recursos gastos para conseguir ter eficácia, sejam eles tempo, dinheiro, produtividade, memória.</p>
<p>– Satisfação: o conforto e aceitação do trabalho dentro do sistema.</p>
<p>Esse enunciado e todas as técnicas envolvidas dão uma ênfase bastante grande aos aspectos transacionais e mecânicos da usabilidade, verificando se o usuário do site consegue ou não executar uma tarefa com sucesso, o que atrapalha nesse processo e como se sente diante dessa interação.</p>
<p>Jakob Nielsen, o papa absoluto da usabilidade, descreve cinco atributos da usabilidade em seu livro Usability Engineering (1993, p.26): facilidade de aprendizado, eficiência de uso, facilidade de memorização, baixa taxa de erros e satisfação subjetiva. Estes atributos podem ser facilmente relacionados aos atributos da ISO 9241-11 (1998), mas há outros atributos que devem ser considerados: consistência e flexibilidade, pois eles levam à possibilidade de expressão dos elementos mencionados por Nielsen.</p>
<p>Consistência refere-se a tarefas que requerem uma seqüência de processos similares, que levam a supor que tenham efeitos similares, assim como entrar numa página de hierarquia inferior me leva a supor que terá uma seqüência de links semelhantes à sua “página-mãe” ou, pelo menos, à imediatamente anterior. Flexibilidade refere-se à variedade de formas com que um usuário consegue atingir um mesmo objetivo.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/id/2431">Design funcional é ser sofisticadamente simples</a> (Webinsider, 30/04/2005)</p>
<p><a href="http://www.geocities.com/claudiaad/heuristicas_web.html">Heurísticas para avaliação de usabilidade de portais corporativos</a></p>
<p><a href="http://www.comunicacao.jor.br/oficina/heuristicas_de_nielsen.html">10 Heurísticas de Nielsen</a></p>
<p><strong>Alguns links sobre Arquitetura da Informação</strong></p>
<p><a href="http://libdigi.unicamp.br/document/?view=8302">Arquitetura da Informação em websites</a>, VIDOTTI; SANCHES.</p>
<p>Wikipedia > <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_de_informa%C3%A7%C3%A3o">Arquitetura da Informação</a>, sempre um bom começo.</p>
<p><a href="http://www.sobresites.com/usabilidade/arquitetura.htm">Sobre sites</a> &#8211; por Alex Castro</p>
<p><a href="http://www.usability.com.br/arquitetura.html">Usability </a>(em português). Empresa especializada em arquitetura da informação.</p>
<p>Webinsider > <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2003/11/06/arquitetura-de-informacao-que-diabo-e-isso-1/">Arquitetura de informação, que diabo é isso?</a> Por Luiz Agner</p>
<p><a href="http://www.ibict.br/cienciadainformacao/viewarticle.php?id=786">Estratégias de produção e organização de informações na web: conceitos para a análise de documentos na internet</a>, Carlos Frederico de Brito d&#8217;Andréa, Centro Universitário UNA<br />
Post editado em 18/03/2008 a partir do original de 23/04/2007.</p>
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		<title>Blogs, empresas e redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2007 17:46:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aulas]]></category>
		<category><![CDATA[Blogs]]></category>
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		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[Além do texto publicado no post anterior &#8211; Blogs Corporativos &#8211; quero indicar outros dois textos curtos e interessantes publicados no Webinsider. Na próxima aula vamos conversar sobre o assunto e gostaria de saber a opinião de vocês.  Para quem lê em inglês, tem uma matéria boa na Business Week (may/2006) sobre blogs de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além do texto publicado no post anterior &#8211; <a href="http://floripaadventure.com/rmosimann/2007/03/08/blogs-corporativos-agnecia-click/">Blogs Corporativos</a> &#8211; quero indicar outros dois textos curtos e interessantes publicados no <a href="http://webinsider.uol.com.br/">Webinsider</a>. Na próxima aula vamos conversar sobre o assunto e gostaria de saber a opinião de vocês.  Para quem lê em inglês, tem uma matéria boa na Business Week (may/2006) sobre <a href="http://www.businessweek.com/magazine/content/06_21/b3985098.htm">blogs de empresas</a>.</p>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/05/31/os-blogs-estao-virando-orkuts-e-chegam-as-intranets/"><br />
Os blogs estão virando orkuts e chegam às intranets</a><br />
Por Carlos Nepomuceno. Alguns trechos para motivar sua leitora do <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/05/31/os-blogs-estao-virando-orkuts-e-chegam-as-intranets/">original</a>:</p>
<blockquote><p>É o paradoxo da publicação em rede: a mesma ferramenta maravilhosa que facilita a publicação de um, permite o mesmo para milhões, tirando de todos a possibilidade de atenção.</p>
<p>Os bens visitados realmente serão poucos e bons.<br />
Serão aqueles que conseguirão criar em torno, por uma série de requisitos, uma comunidade de leitores.<br />
E os que vêm surgindo para abrir canal entre as empresas do mercado com seu público, como é o caso da Boeing, Walt Disney e Mc Donald’s, por exemplo.</p>
<p>A filosofia por trás dos blogs corporativos, que já tem até consultor e especialista é: se for para falar mal, fale pra mim mesmo!</p>
<p>“Comunidades web provêem rica interação entre empresários, empresas parceiras e consumidores que podem tanto apoiar ou ameaçar a empresa, conforme esta interação seja feita”.</p>
<p>“Como o número de participantes e os tipos de modelos de colaboração tendem a crescer, o poder irá tender cada vez mais para o consumidor, forçando as empresas a agir de forma proativa no mercado e analisar a influência destas comunidades”.</p>
<p>“Os gestores têm de deixar de pensar nas intranets como algo estático, mantido por um pequeno grupo dedicado ao assunto. Têm de pensar as intranets como dinâmicas, como um recurso gerado coletivamente e de responsabilidade de todos”.</p></blockquote>
<p><a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/03/26/marcas-expostas-empresas-nuas-e-blogs-corporativos/">Marcas expostas, empresas nuas e blogs corporativos</a><br />
Por Ricardo de Bem. Alguns trechos para motivar a leitura do <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/03/26/marcas-expostas-empresas-nuas-e-blogs-corporativos/">original</a>:</p>
<blockquote><p>O velho ensinamento de que um cliente decepcionado propaga sua experiência negativa a muito mais pessoas do que em caso de satisfação plena nunca foi tão válido como nos tempos atuais.</p>
<p>Os blogs corporativos, por exemplo, são a coqueluche do momento, merecendo até mesmo capa de publicações nacionais. Entretanto, mais importante do que fixar o foco em um recurso específico, é perceber um movimento maior e mais amplo que avança em progressão geométrica e representa uma força que, inclusive, já mudou as regras do jogo.</p>
<p>Portanto, é hora de conhecer e assumir essa realidade e tentar participar do jogo. Espectadores não mudam o resultado. Esqueça a idéia de que o único jeito de sua empresa usar a internet é ter um website. Pesquisas já não são mais a única maneira de conhecer a opinião do seu público–alvo. Muitas empresas já criaram seus blogs corporativos, por exemplo, e obtiveram saldo positivo. Há muitas formas de ser parte ativa desse organismo vivo. E de aprender a evoluir com ele.</p></blockquote>
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		<title>Blogs Corporativos</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2007 17:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[por Por Abel Reis, da Gazeta Mercantil ·  29/9/2005
Empresas são redes sociais. Esse é o ponto zero. O resto vem depois. Marcas são signos na mente das pessoas, que resultam em muito da propagação de idéias, opiniões e desejos através de redes de pessoas. Se não, como explicar o famoso “efeito viral”? Produtos são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Por Abel Reis, da Gazeta Mercantil ·  29/9/2005</p>
<p>Empresas são redes sociais. Esse é o ponto zero. O resto vem depois. Marcas são signos na mente das pessoas, que resultam em muito da propagação de idéias, opiniões e desejos através de redes de pessoas. Se não, como explicar o famoso “efeito viral”? Produtos são objetos nas prateleiras de lojas e de casas, mas também são resultado de interações complexas entre redes de fornecedores. Se não, por que falaríamos de “cadeias de valor”?</p>
<p>Empresas sempre foram assim. Décadas atrás, essas redes eram bem rígidas, hierárquicas (VPs de diretores de gerentes de chefes de&#8230;). Hoje, as redes sociais nas empresas tendem a ser menos hierárquicas e mais distribuídas no espaço e no tempo (pense no email). Além disso, essas redes cruzam empresas criando redes de redes&#8230; E é por essas redes que trafegam as informações e o conhecimento que movem as empresas (para frente e às vezes para trás). Tudo isso trouxe novos desafios: segurança da informação, gestão de pessoas, gestão de conhecimento são alguns deles. Interessa-nos aqui o último desses pontos: a gestão de conhecimento.</p>
<p>Conhecimento é um ativo das empresas que deve estar a serviço da sua eficiência organizacional, da geração de valor para acionistas, e da qualidade final para clientes. Este assunto sempre pareceu “difícil”. Eis então que surgem os blogs. Sim, acredite, os blogs. <span id="more-224"></span>Blogs são web sites relativamente padronizados cujo desenvolvimento não requer habilidades técnicas de programação de software. Blogs permitem que usuários leigos publiquem conteúdos diversificados (textos, fotos, áudios), e que outros usuários, visitantes do blog, agreguem comentários pessoais de forma rápida, simples e padronizada. Assim, todos se tornam, potencialmente, autores e publishers – basta um bom assunto na cabeça e um editor de blogs na mão.</p>
<p>Mas, o que gestão de conhecimento nas empresas tem a ver com blogs? Muito. Isto porque empresas vêm descobrindo que a simplicidade &#8211; tipo “ovo de colombo” &#8211; dos blogs, pode ser colocada a serviço da produção, captura, organização e disseminação de informações e conhecimentos. O ponto é oferecer nas redes internas (intranets) recursos de blog pelos quais cada funcionário, departamentos ou filiais tornam-se publishers. O blog corporativo é, particularmente, muito adequado para armazenar e difundir conteúdos poucos amenos ao tratamento formal por sistemas estruturados (é o caso dos textos). E, na prática, o formato pelo qual conhecimento e informação relevantes circulam nas redes sociais das empresas é frequentemente informal. Há aqui muitas aplicações: como ferramenta de RH, de relações com o mercado, de colaboração em projetos de grande porte, e por aí vai. Exemplo? A IBM que declara ter hoje mais de 3.600 blogs internos mantidos por seus colaboradores. Grandes marcas também descobriram que blogs podem ser muito úteis, graças à sua simplicidade e agilidade, na comunicação com seus consumidores e outros públicos externos à empresa. Não se trata aqui de fazer do blog um SAC. Blogs corporativos são nesse caso um meio natural e prático de influenciar clientes, mas também de ouvi-los, identificando preferências e expectativas. Exemplo? A Procter&#038;Gamble que mantém o sparklebodyspray.com para interagir e influenciar consumidores adolescentes de uma marca de desodorantes.</p>
<p>Para encerrar, um alerta: blogs não são plataformas para desenvolver sistemas ou portais de internet ou portais corporativos. Não queira usá-los para formar complexos e robustos banco de dados ou repositórios indexados de documentos ou algo nessa linha. Para isso há outras ferramentas e tecnologias bem mais adequadas. Pense nos blogs como ferramentas simples, ágeis, rápidas de implantar, e que funcionam como catalisadores para a “química das redes sociais”, na sua vida ou na sua empresa.</p>
<p>Matéria publicada no jornal Gazeta Mercantil na edição de 29 de setembro de 2005. Capturada da web no site da <a href="http://www.agenciaclick.com.br/br/estudos/artigo_1593.asp">Agência Click</a></p>
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