Apostila de Dreamweaver

01/10/2009

Sempre recomendo o apostilando.com, onde tem apostila pra tudo, mas para facilitar a vida dos meus caros alunos que estão aprendendo o básico da criação de sites, trouxe pra cá uma apostila de Dreamweaver MX produzida por um pessoal Unicamp (republicação autorizada).

Faça o download: Apostila Dreamweaver MX

Algumas referências sobre twitter e jornalismo

28/09/2009

Apesar de alguns protestos (acreditem!), consegui que todos os estudantes de Mídia Digital da quinta fase de jornalismo (Estácio-SC) abrissem uma conta no twitter. Se vai ser útil ou não para eles, depende deles experimentarem e encontrarem (ou não) algum valor em fazer parte desta rede.

Para mostrar o potencial da ferramenta e um pouco da discussão sobre implicações do uso do twitter no jornalismo, selecionei alguns textos. Claro que tem muito mais textos interessantes por aí, então recomende o seu através dos comentários (obrigado desde já).

O básico do básico e muito mais: Guia do Twitter, da Agência Talk

Twitter pressiona uma mudança no foco da atividade jornalística
Por Carlos Castilho (em 15/7/2009)

O caos criativo na internet e as opções do jornalismo
Por Carlos Castilho (em 22/9/2009)

Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba

O Twitter como suporte para produção e difusão de conteúdos jornalísticos
Por Gabriela da Silva Zago

Twitter, Celulares e Jornalismo: Mídias Móveis no Processo Informativo
Laíza Felix de Aguiar e Cláudio Cardoso de Paiva, Universidade Federal da Paraíba

Apropriações jornalísticas do Twitter: A Criação de Mashups
Por Gabriela da Silva Zago

História da Internet

11/03/2009


Vídeo interessante, na forma e no conteúdo. Dica do Pedro Rockembach

Diretor de Comunicação do Google no Brasil grava mensagem para alunos de jornalismo

25/11/2008

Na conversa após a palestra (vejam o post abaixo), uma iniciativa muito legal de Rodrigo Lóssio, responsável pela Comunicação na Sucesu-SC, perguntei para o Diretor de Comunicação do Google no Brasil, Felix Ximenes, que conselho ou dica ele teria hoje para quem está cursando jornalismo. Eis a resposta:

Compartilhando anotações de palestra sobre Google, jornalismo e inovação

25/11/2008

Quando eu assisto palestras como a de Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google no Brasil, na última quinta-feira durante o Fórum SUCESU-SC de Inovação Tecnológica, é inevitável lembrar dos meus alunos de jornalismo. Queria que estivessem ali. Em pouco mais uma hora, uma boa síntese de temas importantes relacionados com internet e inovação a partir do caso Google.

O que eu mais gostaria de destacar para os estudantes é o fato de que o Google, uma empresa de tecnologia que fatura majoritariamente como empresa de mídia (com publicidade), não tem departamento de inovação. Todos os funcionários trabalham com inovação. Segundo Ximenes, o Google é uma empresa de serviços, a tecnologia é apenas um meio. “Trabalhamos com inovação em serviços”, diz. E nada de armadilhas para fidelizar o internauta: “Não há nada que prenda o usuário nos serviços do Google, a qualidade é que mantém o público”.

Mas e o que isso tem a ver com jornalismo? As empresas de mídia deviam seguir o mesmo caminho, buscando novos modos de oferecer seus conteúdos, desenvolvendo um “jornalismo serviço”, em vez de insistirem somente no “jornalismo produto”, como fala R.C. Alves. É preciso se reiventar, com foco no serviço, no conteúdo: as ferramentas tecnológicas são meios, que devem ser explorados, mas com o objetivo de prestar um serviço inovador.

Quando comentou a fase atual da internet — que ele chama de internet relacional — Ximenes destacou que hoje a rede é direcionada pelos usuários e não pelos grandes players. Segundo o diretor do Google, a WEB 2.0 é o usuário no poder. E o foco no usuário seria um dos princípios básicos do Google, assim como “ouvir os pares” (colaboradores, desenvolvedores). E para os negócios, um princípio fundamental é a “escalabilidade”. Se não dá pra distribuir por todo o mundo não é negócio para o Google.

Outra característica importante do Google comentada por Ximenes: lance rápido, deixe o usuário decidir se o serviço é bom. “Inovação não é perfeição instantânea”, enfatiza.

Para Ximenes, os pilares da revolução digital são:

  • o barateamento do poder de armazenamento de dados;
  • a popularização da banda larga,
  • a democratização das ferramentas de produção, que permitem aos usuários gerar conteúdo
  • os diversos “devices” que podem acessar a rede (Iphone etc)
  • Sobre tendências no mundo digital, o Diretor do Google foi claro: “Cada vez mais a primeira experiência das pessoas com internet é via celular. Esse é o caminho a ser seguido”.

    Rodrigo Lóssio, assessor de comunicação da Sucesu-SC, e Alexandre Gonçalves, do Coluna Extra, também estiveram lá e tem comentários interessante em seus blogs sobre outros pontos da palestra que não abordei aqui.

    Guia da reforma ortográfica

    07/11/2008

    O iG colocou à disposição pra download o Guia da Reforma Ortográfica da Michaelis [pdf, 971 kb], que explica em detalhes as mudanças.

    Obrigado pela dica, Dauro.

    Muito além do papel de um jornal

    24/09/2008

    A nova campanha do jornal O Globo mostra de forma didática e bem sintética as transformações que os jornais estão passando. Confiram. Já faz tempo que jornal não é só aquilo que se compra nas bancas e depois de lido serve pra embrulhar peixe.

    Arquitetura da Informação e Usabilidade

    18/03/2008

    Já está na hora de começarmos a pensar um pouco em alguns conceitos fundamentais para darmos o próximo passo: criar sites. Continue lendo »

    Blogs, empresas e redes sociais

    08/03/2007

    Além do texto publicado no post anterior – Blogs Corporativos – quero indicar outros dois textos curtos e interessantes publicados no Webinsider. Na próxima aula vamos conversar sobre o assunto e gostaria de saber a opinião de vocês. Para quem lê em inglês, tem uma matéria boa na Business Week (may/2006) sobre blogs de empresas.


    Os blogs estão virando orkuts e chegam às intranets

    Por Carlos Nepomuceno. Alguns trechos para motivar sua leitora do original:

    É o paradoxo da publicação em rede: a mesma ferramenta maravilhosa que facilita a publicação de um, permite o mesmo para milhões, tirando de todos a possibilidade de atenção.

    Os bens visitados realmente serão poucos e bons.
    Serão aqueles que conseguirão criar em torno, por uma série de requisitos, uma comunidade de leitores.
    E os que vêm surgindo para abrir canal entre as empresas do mercado com seu público, como é o caso da Boeing, Walt Disney e Mc Donald’s, por exemplo.

    A filosofia por trás dos blogs corporativos, que já tem até consultor e especialista é: se for para falar mal, fale pra mim mesmo!

    “Comunidades web provêem rica interação entre empresários, empresas parceiras e consumidores que podem tanto apoiar ou ameaçar a empresa, conforme esta interação seja feita”.

    “Como o número de participantes e os tipos de modelos de colaboração tendem a crescer, o poder irá tender cada vez mais para o consumidor, forçando as empresas a agir de forma proativa no mercado e analisar a influência destas comunidades”.

    “Os gestores têm de deixar de pensar nas intranets como algo estático, mantido por um pequeno grupo dedicado ao assunto. Têm de pensar as intranets como dinâmicas, como um recurso gerado coletivamente e de responsabilidade de todos”.

    Marcas expostas, empresas nuas e blogs corporativos
    Por Ricardo de Bem. Alguns trechos para motivar a leitura do original:

    O velho ensinamento de que um cliente decepcionado propaga sua experiência negativa a muito mais pessoas do que em caso de satisfação plena nunca foi tão válido como nos tempos atuais.

    Os blogs corporativos, por exemplo, são a coqueluche do momento, merecendo até mesmo capa de publicações nacionais. Entretanto, mais importante do que fixar o foco em um recurso específico, é perceber um movimento maior e mais amplo que avança em progressão geométrica e representa uma força que, inclusive, já mudou as regras do jogo.

    Portanto, é hora de conhecer e assumir essa realidade e tentar participar do jogo. Espectadores não mudam o resultado. Esqueça a idéia de que o único jeito de sua empresa usar a internet é ter um website. Pesquisas já não são mais a única maneira de conhecer a opinião do seu público–alvo. Muitas empresas já criaram seus blogs corporativos, por exemplo, e obtiveram saldo positivo. Há muitas formas de ser parte ativa desse organismo vivo. E de aprender a evoluir com ele.

    Blogs Corporativos

    08/03/2007

    por Por Abel Reis, da Gazeta Mercantil · 29/9/2005

    Empresas são redes sociais. Esse é o ponto zero. O resto vem depois. Marcas são signos na mente das pessoas, que resultam em muito da propagação de idéias, opiniões e desejos através de redes de pessoas. Se não, como explicar o famoso “efeito viral”? Produtos são objetos nas prateleiras de lojas e de casas, mas também são resultado de interações complexas entre redes de fornecedores. Se não, por que falaríamos de “cadeias de valor”?

    Empresas sempre foram assim. Décadas atrás, essas redes eram bem rígidas, hierárquicas (VPs de diretores de gerentes de chefes de…). Hoje, as redes sociais nas empresas tendem a ser menos hierárquicas e mais distribuídas no espaço e no tempo (pense no email). Além disso, essas redes cruzam empresas criando redes de redes… E é por essas redes que trafegam as informações e o conhecimento que movem as empresas (para frente e às vezes para trás). Tudo isso trouxe novos desafios: segurança da informação, gestão de pessoas, gestão de conhecimento são alguns deles. Interessa-nos aqui o último desses pontos: a gestão de conhecimento.

    Conhecimento é um ativo das empresas que deve estar a serviço da sua eficiência organizacional, da geração de valor para acionistas, e da qualidade final para clientes. Este assunto sempre pareceu “difícil”. Eis então que surgem os blogs. Sim, acredite, os blogs. Continue lendo »