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	<title>Mídia Digital Internet &#187; Jornalismo on-line</title>
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		<title>MDI 3: Seminários sobre internet, mídia e jornalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 18:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Selecionei nove textos para fazermos nossos seminários da disciplina &#8220;Internet e mídia digital 3&#8243;. Acho que com o material abaixo podemos conseguir uma boa visão sobre as transformações na mídia (e na sociedade em geral) a partir da internet, onde tenho a audácia de incluir um capítulo da minha dissertação.
Todos os livros citados merecem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Selecionei nove textos para fazermos nossos seminários da disciplina &#8220;Internet e mídia digital 3&#8243;. Acho que com o material abaixo podemos conseguir uma boa visão sobre as transformações na mídia (e na sociedade em geral) a partir da internet, onde tenho a audácia de incluir um capítulo da minha <a href="http://floripaadventure.com/internet">dissertação</a>.</p>
<p>Todos os livros citados merecem a leitura completa de sua obra, e recomendo fortemente para aqueles estudantes de jornalismo que desejam entender um pouco das mudanças em curso na mídia e na sociedade. É claro que outros livros mereceriam estar nesta lista (como A Busca, de John Batelle, já indicado aos alunos), mas temos que restringir a seleção para algo que seja adequado à nossa realidade.</p>
<p>1. <strong>Castells: a era do informacionalismo, </strong>capítulo do livro <a href="http://www.culturaderede.com.br/" target="_blank">Cultura de Rede</a>, Por Cláudia Ferraz Castelo Branco e Luciano Matsuzaki (Orgs.)</p>
<p>2. <strong>Jenkins: a cultura da participação</strong>, capítulo do livro <a href="http://www.culturaderede.com.br/" target="_blank">Cultura de Rede</a>, Por Cláudia Ferraz Castelo Branco e Luciano Matsuzaki (Orgs.)</p>
<p>3. A Cauda Longa, de Chris Anderson.<br />
Como a tecnologia está convertendo o mercado de massa em milhões de nichos. Páginas 14 &#8211; 24; 50 &#8211; 55.</p>
<p>4. A Cauda Longa, de Chris Anderson.<br />
Democratização das ferramentas de produção. Pags. 60 &#8211; 76.</p>
<p>5. <a href="http://revcom2.portcom.intercom.org.br/index.php/libero/article/viewDownloadInterstitial/4618/4344">Por que a nova mídia é revolucionária</a>, de Caio Túlio Costa.</p>
<p>6. <a href="http://ojs.portcom.intercom.org.br/index.php/cs_um/article/viewFile/4751/4465">Jornalismo digital: Dez anos de web… e a revolução continua</a><br />
RC Alves &#8211; Comunicação e Sociedade, 2006.</p>
<p>7. <a href="http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/webjornal.pdf">Webjornalismo participativo ea produção aberta de notícias</a><br />
A Primo, M Träsel &#8211; Contracampo (UFF), 2006.</p>
<p>8. <a href="http://ojs.portcom.intercom.org.br/index.php/cs_um/article/viewFile/4749/4463">O mito libertário do “jornalismo cidadão”</a><br />
Sylvia Moretzsohn &#8211; Comunicação e Sociedade, vol. 9-10, 2006, pp. 63-81</p>
<p>9. <a href="http://floripaadventure.com/internet/mosimann_dissert_2007_cap_5.pdf">O Desafio dos Jornais com a Internet</a>, de Rogério S. Mosimann. (capítulo de dissertação de mestrado disponível on-line).</p>
<p><strong>Como será nossa atividade acadêmica com estes textos:</strong></p>
<p>Cada alunos deverá ler um dos nove textos acima. A distribuição dos textos será feita em sala, em primeira tentativa por consenso, e se não houver consenso, por sorteio. A apresentação para discussão em sala será feita em dupla, ou seja, dois alunos necessariamente lerão o mesmo texto (mas podem ler todos!).</p>
<p><strong>Cada aluno apresentará oralmente em sala um seminário</strong> sobre o texto trabalhado, em conjunto com o colega que leu o mesmo texto, e entregará uma resenha (máximo 2 mil caracteres com espaços) sobre o texto lido até o dia 30/11.</p>
<p><strong>Data dos seminários: 20/11 à 30/11. </strong></p>
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		<title>Conquiste a rede, blog!</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 22:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vamos usar como referência para começarmos a construir nossos blogs o livro &#8220;Conquiste a rede: blog&#8220;, de Ana Carmen Foschini, e Roberto Romano Taddei.
A coleção conquiste a rede tem ainda outros livros sobre Podcast, Flog &#038; Vlog e Jornalismo Cidadão. Veremos estes mais tarde.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos usar como referência para começarmos a construir nossos blogs o livro &#8220;<a href="http://www.anacarmen.com/download/conquiste-a-rede/Conquiste_a_Rede_Blog.pdf">Conquiste a rede: blog</a>&#8220;, de <a href="http://www.anacarmen.com">Ana Carmen Foschini</a>, e <a href="http://rrtaddei.wordpress.com/">Roberto Romano Taddei</a>.</p>
<p>A coleção conquiste a rede tem ainda outros livros sobre <a href="http://www.anacarmen.com/conquiste-a-rede/">Podcast, Flog &#038; Vlog e Jornalismo Cidadão</a>. Veremos estes mais tarde.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Muito além do papel de um jornal</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 18:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A nova campanha do jornal O Globo mostra de forma didática e bem sintética as transformações que os jornais estão passando. Confiram. Já faz tempo que jornal não é só aquilo que se compra nas bancas e depois de lido serve pra embrulhar peixe.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/I-Z_27CS0tk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/I-Z_27CS0tk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>A nova campanha do jornal O Globo mostra de forma didática e bem sintética as transformações que os jornais estão passando. Confiram. Já faz tempo que jornal não é só aquilo que se compra nas bancas e depois de lido serve pra embrulhar peixe.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jornalismo e informação estruturada</title>
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		<pubDate>Fri, 16 May 2008 19:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Pedro Valente, colega jornalista, conversou por skype com alunos de pós-graduação do Cesusc. O tema é um dos mais importantes para ser discutido hoje quando pensamos o jornalismo on-line (e até off-line). E Pedro um dos raros jornalistas programadores, com uma visão muito bem fundamentada em experiência própria e referências &#8220;up to date&#8220;.
Ver os slides [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src='http://docs.google.com/EmbedSlideshow?docid=achw9fpdv8ct_83fj5t6pct' frameborder='0' width='410' height='342'></iframe></p>
<p><a href="http://pedrovalente.com">Pedro Valente</a>, colega jornalista, conversou por skype com alunos de pós-graduação do Cesusc. O tema é um dos mais importantes para ser discutido hoje quando pensamos o jornalismo on-line (e até off-line). E Pedro um dos raros jornalistas programadores, com uma visão muito bem fundamentada em experiência própria e referências &#8220;<em>up to date</em>&#8220;.</p>
<p>Ver os slides não é a mesma coisa que ouví-lo, mas dá pra fazer pensar (e pegar links ótimos).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Jornalismo participativo</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2006 19:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jornalismo on-line]]></category>
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		<description><![CDATA[O jornalismo cívico em ascensão segue o princípio fundamental de que os leitores sabem mais que os jornalistas e intervêm imediatamente quando percebem algo de errado. E isso, diz Gillmor, ao contrário de ser uma ameaça, é uma oportunidade para os jornalistas. Estes deveriam aprender a pedir ao público comentários, histórias pessoais, fotos, vídeos; afinal, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O jornalismo cívico em ascensão segue o princípio fundamental de que os leitores sabem mais que os jornalistas e intervêm imediatamente quando percebem algo de errado. E isso, diz Gillmor, ao contrário de ser uma ameaça, é uma oportunidade para os jornalistas. Estes deveriam aprender a pedir ao público comentários, histórias pessoais, fotos, vídeos; afinal, os leitores irão publicar isso na rede de qualquer forma.</p>
<p>O jornalista profissional continuará a existir e a fazer todo o sentido neste novo mundo do jornalismo cívico. A sua capacidade de dar forma a grandes debates de idéias, e de as analisar, será tão importante como a capacidade para recolher os fatos e os relatar. A diferença é que o público tem muito a contribuir e agora tem como fazê-lo. E isso, para Gillmor, pode significar um jornalismo melhor. </p></blockquote>
<p>Para instigar o debate na aula de hoje, cito um trecho do artigo &#8220;<a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=328ENO001">O jornalismo do futuro já chegou</a>&#8221; publicado por Daniela Bertocchi, em 10/5/2005, no Observatório da Imprensa.</p>
<p>Sem a pretensão de abranger todo o tema, que é amplo, polêmico e cheio de novidades todas as semanas, relaciono abaixo alguns textos e links para enriquecer nossa conversa:</p>
<p><a href="http://www.brasilwiki.com.br/">Brasil Wiki</a></p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/participe/">EU Repórter</a> &#8211; Globo</p>
<p><a href="http://estadao.com.br/imagens/fotoreporter/index.htm">FotoRepórter</a> &#8211; Estadão</p>
<p><a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/11/08/idgnoticia.2006-11-08.3048326086/IDGNoticia_view">NYT expandirá funções de jornalismo colaborativo em sua versão digital</a></p>
<p><a href="http://blog.estadao.com.br/blog/anderaos?title=jornalismo_cidadao_vigia_eleicoes_nos_eu&#038;more=1&#038;c=1&#038;tb=1&#038;pb=1">Jornalismo cidadão vigia eleições nos EUA</a></p>
<p><a href="http://meta.wikimedia.org/wiki/Wikinews/Pt"><br />
Wiki News</a></p>
<p><a href="http://english.ohmynews.com/">OhmyNews International</a></p>
<p>Artigos acadêmicos</p>
<p><a href="http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/webjornal.pdf">Webjornalismo participativo e a produção aberta de notícias</a>, Alex Primo e Marcelo Träsel PDF (368 KB)</p>
<p><a href="http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/reconfig.pdf">A reconfiguração do jornalismo através do modelo open source</a>, Ana Maria Brambilla</p>
<p>Dissertação de Mestrado:</p>
<p><a href="http://www6.ufrgs.br/limc/PDFs/open_source.pdf">Jornalismo open source: discussão e experimentação do OhmyNews International</a>, Ana Maria Brambilla</p>
<p>Os artigos acadêmicos e a dissertação são disponibilizados pelo <a href="http://www6.ufrgs.br/limc/blog/index.html">LIMC</a> &#8211; Laboratório de Interação Mediada por Computador &#8211; UFRGS, que mantem um <a href="http://www6.ufrgs.br/limc/blog/">blog muito interessante</a>.</p>
<p>Você conhece uma experiência de jornalismo participativo? Tem um link interessante para a gente acessar? Comente e compartilhe com a gente!</p>
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		<title>Alguém quer uma bolsa para pesquisar sobre jornalismo e internet?</title>
		<link>http://floripaadventure.com/rmosimann/2006/04/alguem-quer-uma-bolsa-pra-pesquisar-sobre-jornalismo-e-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Apr 2006 17:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo on-line]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebi a notícia abaixo de Rose Angélica, via lista da SBPJor:
24/04/2006 &#8211; 14h04
UOL promove programa de incentivo à pesquisa sobre a Internet 
Vai até 20 de maio o prazo de inscrição para a edição 2006 do UOL Bolsa
Pesquisa &#8211; programa que visa o desenvolvimento de pesquisa em áreas
relacionadas à Internet.
O programa financia pesquisas de doutorado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi a <a href="http://noticias.uol.com.br/educacao/ultnot/ult105u4412.jhtm">notícia</a> abaixo de <a href="http://www.sobrejornalismo.blogspot.com/">Rose Angélica</a>, via lista da <a href="http://www.sbpjor.ufsc.br/novo/princ.php">SBPJor</a>:</p>
<p>24/04/2006 &#8211; 14h04<br />
<strong>UOL promove programa de incentivo à pesquisa sobre a Internet </strong></p>
<p>Vai até <strong>20 de maio o prazo</strong> de inscrição para a edição 2006 do UOL Bolsa<br />
Pesquisa &#8211; programa que visa o desenvolvimento de pesquisa em áreas<br />
relacionadas à Internet.</p>
<p>O programa financia pesquisas de doutorado (R$ 2.587,50/mês), mestrado (R$<br />
1.552,50/mês) e <strong>graduação (R$ 587,50/mês)</strong>. Os orientadores dos alunos<br />
recebem incentivo de R$ 1.035,00 mais 15% do valor da bolsa de cada<br />
estudante.</p>
<p>No <strong><a href="http://bolsapesquisa.uol.com.br/">site</a> é possível encontrar os formulários</strong>, o regulamento para inscrição e<br />
seleção e uma lista de alguns títulos de pesquisa que já tiveram o apoio do<br />
UOL.</p>
<p>A edição 2005 apoiou 14 projetos: quatro de iniciação científica, seis de<br />
mestrado e quatro de doutorado. Os trabalhos vieram do Amazonas, da Bahia,<br />
do Ceará, de Minas Gerais, do Paraná, do Rio Grande do Sul, do Rio de<br />
Janeiro e de São Paulo.</p>
<p>O objetivo do programa é contribuir para a inclusão digital brasileira e<br />
para o crescimento global da Internet.</p>
<p>Outras informações podem ser obtidas no site do <a href="http://bolsapesquisa.uol.com.br/">UOL Bolsa Pesquisa</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Características do JOL</title>
		<link>http://floripaadventure.com/rmosimann/2006/03/caracteristicas-do-jol-3/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Mar 2006 22:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aulas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo on-line]]></category>

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		<description><![CDATA[Em seus textos sobre redação jornalística para blogs, Castilho coloca algumas diferenças entre a redação para veículos impressos e os blogs.
Vamos aproveitar o momento para reforçar as principais características do jornalimos on-line, ou seja, as particularidades que diferenciam o jornalismo na internet do jornalismo com suporte em outras mídias. Lembrando que nem todas são usadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em seus <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs/blogs.asp?ID={8CEE06C6-181D-45E6-9041-1F172C5F66B1}&#038;id_blog=2">textos</a> sobre redação jornalística para blogs, Castilho coloca algumas <strong>diferenças entre a redação para veículos impressos e os blogs</strong>.</p>
<p>Vamos aproveitar o momento para reforçar as principais características do jornalimos on-line, ou seja, as <strong>particularidades que diferenciam o jornalismo na internet</strong> do jornalismo com suporte em outras mídias. Lembrando que <strong>nem todas são usadas pelos veículos digitais atualmente</strong>. Alguns exploram determinadas características, como a perenidade, outros evidenciam aspectos como interatividade e multimídia.</p>
<p>As características relacionadas abaixo nos ajudam a entender o jornalismo on-line praticado atualmente e as <strong>possibilidades disponíveis para a criação</strong> de sites jornalísticos na internet.</p>
<p><strong>Principais características do jornalismo on-line:</strong></p>
<li>Instantaneidade;</li>
<li>Interatividade;</li>
<li>Perenidade (memória, capacidade de armazenamento de informação);</li>
<li>Multimídia;</li>
<li>Hipertexto;</li>
<li>Personalização de conteúdo, customização;</li>
<li>Não-linearidade.</li>
<p>Mais informações no artigo “<a href="http://www.meiradarocha.jor.br/index.pl/entendendo_o_jornalismo_online">Entendendo o jornalismo online</a>“, de José Antonio Meira da Rocha.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Google news disponível em versão brasileira</title>
		<link>http://floripaadventure.com/rmosimann/2005/11/google-news-disponivel-em-versao-brasileira/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2005 12:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo on-line]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[RSS]]></category>

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		<description><![CDATA[O google lançou oficialmente sua operação no Brasil com a versão brasileira do serviço de notícias google news.  Além do sistema que busca notícias automaticamente em 200 fontes e organiza de acordo com os interesses do usuário, tem pesquisa de notícias no estilo  yahoo.news, com resultados também em RSS e Atom feeds para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O google lançou oficialmente sua operação no Brasil com a versão brasileira do serviço de notícias google news.  Além do sistema que busca notícias automaticamente em 200 fontes e organiza de acordo com os interesses do usuário, tem pesquisa de notícias no estilo  <a href="http://news.search.yahoo.com/news/advanced?ei=UTF-8">yahoo.news</a>, com resultados também em RSS e Atom feeds para monitoramento contínuo de uma busca .  Mas logo google ou yahoo vão lançar essa funcionalidade para o Brasil, pode escrever (o <a href="http://clipping.busca.uol.com.br/">UOL</a> já oferece mas as fontes são restritas).</p>
<p>Pra quem ainda não viu, ali na coluna da direita desse blog inaugurei uma seção &#8220;dicas de leitura&#8221; (é o RSS minha gente!) onde tem um link para matéria do IDG Now sobre o google news. Um trechinho:</p>
<blockquote><p>Conforme explica o Google Brasil em sua página, a versão local do serviço coleta artigos de mais de 200 fontes internacionais de notícias em português e os organiza automaticamente para apresentar as notícias mais relevantes primeiro.</p>
<p>Ao escolher o assunto que lhe interessa pelo Google Notícias, o internauta é direcionado ao site da publicação original.</p>
<p>Inicialmente, o Google News brasileiro oferece os seguintes serviços: Notícias personalizadas, que permite a criação de uma página de notícias de acordo com as editorias de mais interesse; e Rastreamento do histórico da notícia, pelo qual o usuário pode rastrear a evolução de um tópico ou monitorar acontecimentos recentes clicando na opção &#8220;classificar por data&#8221; nos resultados de pesquisa.</p></blockquote>
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		<title>Usabilidade em blogs</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2005 16:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe aquele texto em inglês do Jacob Nielsen sobre usabilidade em blogs que citei aqui? O mestre Castilho traduziu e comentou.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquele texto em inglês do Jacob Nielsen sobre usabilidade em blogs que citei aqui? O mestre Castilho <a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs/blogs.asp?ID={5FD592A2-3450-40F4-8905-A6274DDE0458}&#038;id_blog=2">traduziu e comentou</a>.</p>
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		<title>Que tipo de jornalista devemos formar?</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2005 18:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo muito interessante publicado originalmente no Comunique-se e encontrado por mim no site do Sindicato dos Jornalista de SC.
O XIS DA QUESTÃO – No mundo globalizado, marcado pelos impactos das tecnologias de difusão universal de informações, o velho modelo americano de jornalismo está radicalmente superado por novos e velozes paradigmas. Diante das profundas mudanças ocorridas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo muito interessante publicado originalmente no <a href="http://www.comunique-se.com.br/">Comunique-se</a> e encontrado por mim no site do <a href="http://www.sjsc.org.br/">Sindicato dos Jornalista de SC</a>.</p>
<blockquote><p>O XIS DA QUESTÃO – <strong>No mundo globalizado, marcado pelos impactos das tecnologias de difusão universal de informações, o velho modelo americano de jornalismo está radicalmente superado por novos e velozes paradigmas</strong>. Diante das profundas mudanças ocorridas, cresce a importância da seguinte pergunta, que um pesquisador peruano trouxe ao recente congresso da Intercom, realizado no Rio de Janeiro: “Estamos ensinando aos estudantes de jornalismo a maneira adequada de se adaptarem aos novos cenários?”</p>
<p>1. A falsa dicotomia</p>
<p>Cinco meses atrás, Roberto Civita, diretor-presidente da Editora Abril, visitou a Escola de Comunicações e Artes, da USP, para uma conversa com professores. Foi para falar, principalmente, sobre o curso de jornalismo. Com ou sem razão, a visita não despertou grande interesse. Mas a conversa valeu a pena, se não pelo todo, ao menos pelo começo. O dono da Abril iniciou a sua fala com uma provocação – mais ou menos assim: “<strong>Os alunos que vocês nos mandam hoje não servem para a Editora Abril</strong>. Eles podem até ter bom domínio técnico das coisas do jornalismo. Mas nós estamos mais interessados em gente capaz de pensar.”</p>
<p>Provocações à parte, e talvez sem que essa tenha sido a intenção, Roberto Civita trouxe à baila a velha e sempre inacabada discussão sobre as relações entre teoria e prática, no ensino do jornalismo.</p>
<p>Nas redações, continua forte a voz dos que reclamam dos cursos de jornalismo uma pedagogia que valorize a prática, voltada para o aprendizado das técnicas. Querem profissionais do “fazer”, e isso lhes basta. Reclamam que os recém-formados chegam ao mercado sem saber o que significam termos básicos do jargão profissional, ou tropeçando em coisas elementares como dar contundência e clareza a uma abertura de matéria, definir o verbo forte de um título ou construir fluências estilísticas em usos alternados do discurso direto e indireto.</p>
<p>De outro lado, na academia, e em segmentos críticos do jornalismo, há clamores crescentes reivindicando cursos voltados para a formação humanística, multidisciplinar, dos futuros jornalistas. Por essa visão, o jornalista terá de ser um profissional intelectualmente capaz de entender e interpretar as complexidades do mundo cujos fatos e feitos deve relatar ou comentar. Argumentam essas correntes: De que servem as habilidades técnicas, se as mentes não estão preparadas para captar as cada vez mais complicadas subjetividades escondidas na materialidade dos fatos?</p>
<p>No meio termo, surge e organiza-se uma proposta que defende uma formação prioritariamente técnica, mas agregando à proposta a sutileza semântica de atribuir à palavra “técnica” o significado de fusão entre teoria e prática. Os jornalistas seriam, portanto, tecnólogos preparados para o sucesso profissional, <strong>capazes de “fazer”, mas sabendo, também, os “porquês” e “para quês” do fazer</strong> . Pelo que posso entender, no domínio dos “porquês” e “para quês” estaria a dimensão teórica do modelo. Como sustentação da proposta, um argumento com força dramática: ou se investe na formação técnica do jornalista, ou estaremos diplomando profissionais para o desemprego, não para o trabalho – e com a frase cito o professor Jorge Pedro Souza, da Universidade Fernando Pessoa (Porto, Portugal), defensor desse modelo.</p>
<p>2. Velho paradigma</p>
<p>Claro que, sobre a questão, tenho pontos de vista próprios, elaborados ao longo escolhas e experiências pessoais, em quase cinqüenta anos de jornalismo, vividos nos arraiais da prática e do estudo. Mas não vem ao caso expor agora o que penso sobre o assunto. Porque considero mais importante abrir espaço para a discussão, a partir de uma reflexão que o pesquisador peruano Juan Gargurecich trouxe ao Congresso da Intercom, realizado no Rio de Janeiro entre os dias 6 e 9 deste mês.</p>
<p>Gargurevich participou da mesa (da qual eu e o professor Pedro Jorge também fizemos parte) em que se discutiam, exatamente, os desafios pedagógicos em torno da velha e falsa dicotomia Teoria x Prática. Como base para a reflexão e a discussão sobre o assunto, o colega peruano propôs um lúcido entendimento da mudança de paradigmas no jornalismo.<br />
<strong>O paradigma do pós-guerra</strong>, inspirado no modelo norte-americano, fundamentou a concepção do jornalismo na América Latina. O paradigma assentava sobre um conjunto de “verdades” que, por quase um século, organizou idéias e crenças no ensino, na pesquisa e na prática do jornalismo. Eis algumas dessas “verdades”:</p>
<p>    &#8211; A informação tem alto valor como mercadoria, o que significa admitir que quanto melhores as notícias, maiores serão as vendas;<br />
    &#8211; A economia das empresas jornalísticas se baseia no êxito da circulação, na medida em que as tiragens condicionam a publicidade;<br />
    &#8211; As fontes de informação se restringem aos jornalistas, sem os quais não há notícia;<br />
    &#8211; Os modos formais e populares de a sociedade se informar são os jornais e os noticiários de rádio e televisão;<br />
    &#8211; Os espaços dedicados à informação jornalística são limitados em números de páginas, minutos de rádio e televisão;<br />
    &#8211; A informação chamada “alternativa” está limitada a círculos especializados e tem pouca credibilidade;<br />
    &#8211; Os jornalistas se reconhecem a si mesmos como atores sociais e, como tal, assumem a missão de vigiar e fiscalizar os governos;<br />
    &#8211; Os meios massivos, cuja propriedade está reservada a grandes empresas multimediáticas, têm distribuição e alcance local;<br />
    &#8211; O jornalismo sustenta que a liberdade de imprensa é pilar fundamental da democracia.</p>
<p>Tudo isso mudou.</p>
<p>3. Novas “verdades”</p>
<p>No mundo atual, globalizado em redes informacionais, o “marco teórico” do modelo americano de jornalismo foi radicalmente superado por novos paradigmas, que a nossa própria experiência de profissionais e cidadãos já pode claramente identificar.</p>
<p>Juan Gargurecich listou <strong>algumas das mudanças mais importantes ocorridas</strong>:</p>
<p>    &#8211; A informação de qualquer país pode obter-se a custo mínimo e em tempo real;<br />
    &#8211; Os espaços virtuais para a informação quase não têm limites;<br />
    &#8211; As mini-empresas informativas podem ser tão eficazes quanto as grandes empresas de antigamente;<br />
    &#8211; Os meios são internacionais e não reconhecem os velhos limites impostos pelos regulamentos das Nações Unidas;<br />
    &#8211; Na maioria, as fontes governamentais estão abertas ao público em geral;<br />
    &#8211; <strong>Os “weblogs”</strong> tornam possível e popularizam o “cidadão jornalista”;<br />
    &#8211; Os telefones móveis (celulares) avançam para converter-se em suportes inéditos de informação.</p>
<p>Acrescento a essa listagem uma mudança profunda no plano ético: o direito à informação, prerrogativa do cidadão, superou, como valor e direito democrático, os limites do conceito de liberdade de imprensa, princípio liberal que legitimava, também, o poder de “não publicar”.</p>
<p>Diante de tão profundas mudanças, Gargurevich provocou a platéia com uma pergunta tão simples quanto inquietante: Estamos nós ensinando aos estudantes de jornalismo a maneira adequada de adaptar-se aos novos cenários?</p>
<p>A questão aí fica, para o debate.</p>
<p>Carlos Chaparro &#8211; Artigo publicado originalmente na coluna que o autor mantém no site Comunique-se, em 16/set/2005</p></blockquote>
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