Recursos na internet para jornalistas

28/03/2005

As ferramentas da rede: e-mail, web, FTP, messengers,
listas de discussão, news groups, fóruns, voz sobre IP, RSS, programas de compartilhamento de arquivos (peer-to-peer).

A internet pode ajudar o jornalista a:

  • Encontrar informações;
  • Achar documentos (projetos de lei, processos na justiça etc);
  • Pegar as mais recentes estatísticas;
  • Confirmar contatos (fones e endereços úteis);
  • Localizar fontes;
  • Facilitar a logística: passagens, equipamentos, material de trabalho (desde livros até back up em servidores web), agenda (dia, hora e local de eventos) ;
  • Encontrar mapas (de ruas – Fpolis, São José, outros SC – à paises e mapas temáticos)
  • Usar Dicionários e gramáticas (dúvidas ortografia, conjugação…)
  • Acessar serviços governamentais (detran, receita…)
  • Monitorar processos na justiça
  • Acompanhar andamento de projetos e outras atividades do legislativo
  • http://www.senado.gov.br/sf/ ou http://www2.camara.gov.br/ – Histórico de projeto de lei, situação atual e possibilidade de cadastrar para acompanhamento.

  • Manter-se informado:
  • Hard news, mídia on-line (versão dos impressos, alternativa, independente, exclusivamente on-line, Sites corporativos e institucionais e até o Orkut pode render boas informações.

    Pesquisa revela que 86% dos jornalistas utilizam a Internet como fonte no trabalho
    Abaixo alguns trechos da pesquisa. A íntegra do release pode ser lida aqui.

    Pesquisa realizada pelo Núcleo de Pesquisa em Produção Jornalística Apoiada em Computador (Infojornal) do Curso de Jornalismo da UFSC confirmou a importância da Internet como novo meio de apuração de informações. Entre os 137 jornalistas entrevistados via e-mail, 112 afirmaram já ter realizado trabalhos utilizando a Internet como fonte de informação. Além de apurar informações pela rede, os jornalistas citaram a correspondência eletrônica (e-mail), as entrevistas realizadas on-line e também as fotos retiradas de sites como recursos buscados na rede.

    A pesquisa foi realizada no segundo semestre de 97 com jornalistas de todo o país.

    Os jornalistas que estão conectados à rede mundial têm como objetivos principais fazer pesquisas, “buscar informações, ler revistas e jornais on-line e trocar correspondência. O e-mail é utilizado tanto para entrevistas, quanto para entrar em contato com outros profissionais da área, enviar matérias, comunicar com a redação e receber pautas. No entanto, apenas três entrevistados utilizam a Internet como fonte de pauta, um número baixo, considerando-se que a grande maioria de instituições já disponibiliza dados pela rede.

    Aproximadamente 27% dos jornalistas afirmam que a internet serve como ferramenta de trabalho.

    As páginas da Internet são utilizadas como fontes por 70% dos jornalistas (97). São consultados para a elaboração de matérias os sites de bibliotecas, os governamentais, os de jornais e revistas, além do IBGE e do serviço UOL. Apesar disso, as páginas mais acessadas ainda são as do serviço de busca, como Altavista, Cadê? e Yahoo. Estes serviços são requisitados por causa da dificuldade de encontrar na rede a informação precisa. Os jornalistas reclamam das páginas de má qualidade, pouco atualizadas ou mal elaboradas, da pouca confiabilidade nas fontes e também da disseminação descontrolada de informações, o que faz com que muitos profissionais “se percam” na Internet.

    Em contraste, a maior vantagem apontada por estes profissionais é a grande quantidade de informação disponível (33%) o acesso rápido às fontes, a praticidade e agilidade do meio. Os jornalistas afirmam que a Internet também estimula o contato com fontes do exterior, já que ela quebrou as barreiras geográficas e encurtou distâncias. Questionados sobre “o que ainda falta na Internet”, 21 entrevistados falaram: o que falta é organizar a rede, isto é, separar a página de qualidade das demais e facilitar o acesso a tanta informação.

    Uma pesquisa realizada entre jornalistas concluiu que a Internet é a segunda maneira mais utilizada para apurar informações. O estudo Middleberg/Ross detectou que a primeira delas ainda é o contato pessoal com a fonte. Outro dado da pesquisa mostra que os entrevistados consideram a rede como a grande aliada na elaboração de pautas: 9% recorrem primeiro a ela para procurar idéias para as reportagens. O estudo pode ser conferido no site http://www.mediasource.com/

    Comentários: De 1997 pra cá, podemos dizer que a maioria dos jornalistas continua fazendo o mesmo uso da internet. Neste período, o que evoluiu foram as formas de se buscar informação, com o refinamento dos mecanismos de busca, aumento do número de bases de dados públicas, sites institucionais e novos modos de se acessar conteúdo (como o RSS ou conteúdo para dispositivos móveis como celulares).

    Nos últimos anos também está se popularizando entre os jornalistas a leitura e a publicação de blogs. Os blogs “profissionais” ou especializados ajudam a “organizar” o conteúdo da rede, uma deficiência apontada por alguns entrevistados. Ou seja, os objetivos dos jornalistas na internet continuam quase os mesmos, o que está e vai continuar em constante transformação é o modo de se alcançar estes objetivos.

    E-mail/Correio eletrônico: A ferramenta de comunicação mais usada na internet. Comunicação no tempo escolhido.

    Possibilidades de uso para jornalistas:
    Envio de textos, fotos e outros arquivos em anexo (podem ser compactados .zip);
    Recebimento de documentos, planilhas, releases etc;
    Envio de perguntas para entrevistas ao vivo em outros veículos (televisão, rádio);
    Produção de entrevistas:contato para agendar entrevista, envio de pauta para assessoria de comunicação de empresas;

    Dicas para realização de entrevistas por e-mail: Não confie só no e-mail. Se há pressa, ligue para se apresentar, informar que está enviando uma pauta e negociar um prazo com a fonte. Depois de recebida a mensagem com as respostas, ligue ou fale pessoalmente com a fonte para complementar a pauta, tirar dúvidas e fechar entrevista.

    Vantagens: agilidade e praticidade (ganho de tempo), possibilidade de inclusão de gráficos, facilidade para usar citações do entrevistado, rapidez para as perguntas básicas (que envolvem números etc); arquivamento das respostas para “segurança”. Bom para entrevistar fontes distantes sobre assuntos técnicos e/ou casos objetivos.

    Desvantagens: a fonte fica a vontade para enfatizar só o que lhe interessa, pode acontecer de as respostas serem muito vagas, linguagem escrita, descumprimento de prazo. Por isso a importância de ligar ou realizar a entrevista pessoal, que será mais curta e objetiva (em comparação ao não uso do e-mail), proporcionando ir mais fundo no assunto. Sempre que possível é melhor fazer uma entrevista pessoalmente, especialmente se é preciso “espremer” a fonte para conseguir as informações desejadas.

    FTP
    File Transfer Protocol. Software livre: Filezilla. http://sourceforge.net/projects/filezilla

    Possibilidades de uso para jornalistas: manutenção de sites, armazenamento de material em servidor disponível de qualquer lugar, manutenção de back up em servidores de rede.

    Instant Messengers (MSN, ICQ)
    Possibilidades de uso para jornalistas: entrevistas, recebimento de arquivos.

    Listas de discussão
    Possibilidades de uso para jornalistas: Acompanhamento de discussões sobre determinados temas. Localização e seleção de fontes sobre assuntos específicos. Importante para aprimoramento profissional e criação de rede de contatos.

    Voz sobre IP: www.skype.com
    Possibilidades de uso para jornalistas: Entrevista por “telefone” gratuitamente. Contato com rede de correspondentes a baixo custo.

    WEB
    “A teia mundial”

    Domínios
    Estrutura: Minúsculas, sem espaços, .com, .com.br, .edu, .gov. .org etc etc. Diretórios do servidor (www.globo.com/jn/)

    Um nome de domínio não contém www. Ou seja, não peça o registro de www.xyz.com.br, o correto será apenas xyz.com.br.

    Quem pode registrar um domínio?
    Qualquer entidade legalmente estabelecida no Brasil como pessoa jurídica (instituições) ou física (Profissionais Liberais e pessoas físicas) que possua um contato em território nacional.
    Qual a documentação necessária para o registro de um domínio ?
    Para a maioria dos DPNs exige-se somente a apresentação do número do CNPJ ou CPF/MF ao formulário de registro.
    Pessoa Jurídica:
    .AM.BR – Exige-se o CNPJ e comprovante da ANATEL para Radiodifusão sonora AM;
    .COOP.BR – Exige-se o CNPJ e comprovante de registro junto a Organização das Cooperativas Brasileiras;
    .EDU.BR – Exige-se o CNPJ e a comprovação da atividade específica através de documento do MEC e algum documento que comprove que o nome a ser registrado não é genérico;
    .FM.BR – Exige-se o CNPJ e comprovante da ANATEL para Radiodifusão sonora FM;
    .G12.BR – Exige-se o CNPJ;
    .GOV.BR – Exige-se o CNPJ e comprovação que a entidade pertence ao governo federal;
    .MIL.BR – Exige-se autorização do Ministério da Defesa;
    .NET.BR – Exige-se a comprovação desta atividade por documento específico mais o CNPJ;
    .ORG.BR – Exige-se a documentação que comprove a natureza da instituição não governamental sem fins lucrativos e o CNPJ. Nos casos em que a instituição é um consulado ou uma embaixada, a exigência do CNPJ para esse DPN é dispensada;
    .PSI.BR – Exige-se o CNPJ e comprovação que a entidade é provedora de acesso à Internet;
    .TV.BR – Exige-se o CNPJ e comprovante da ANATEL para Radiodifusão de Sons e Imagens ou Operação de TV à cabo;

    Para o registro de um domínio existe um valor a ser retribuído referente a manutenção pelo período de 1 ano. Atualmente o valor é de R$ 30,00. O valor é o mesmo para todos os DPNs, sejam para pessoas jurídicas, profissionais liberais ou pessoas físicas.

    Extensões (DPNs) de domínios disponíveis no Brasil

    Estatísticas de Domínios Brasileiros

    Mas o que há na web?
    Portais, sites especializados (comerciais, institucionais, informativos), bases de dados, lojas e leilões, mecanismos de busca, sites de relacionamento, sites pessoais, blogs/fotologs/videologs. ..

    Bookmarks para jornalistas

    Orkut: mais de mil comunidades jornalísticas

    A rede mundial de computadores tornou-se recentemente veículo de uma surpreendente ferramenta de comunicação: o Orkut, espaço virtual que utiliza a internet para ampliar a rede social de seus usuários, que podem interagir por meio de áreas de interesse comum. Só de comunidades relacionadas ao exercício jornalístico no Brasil, existem mais de mil dentro do Orkut. (Fonte: Comunique-se. Leia mais aqui).

    Novos Exercícios de Pesquisa

    21/03/2005

    1. Para Manuel Castells, quais as características da internet brasileira hoje?

    2.Um relatório divulgado ontem por um grupo de organizações não-governamentais brasileiras, o Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Desenvolvimento e Meio Ambiente – confirma uma suspeita trágica para a Amazônia: a expansão do cultivo de soja está de fato empurrando a pecuária para áreas de floresta, especialmente em Mato Grosso e Rondônia.
    Descobrir telefone e e-mail do Fórum citado na notícia acima, publicada na Folha de SP em 17/03/2005 .

    3. Três mil metros cúbicos de água equivalem a quantos litros?

    4. Você está começando a fazer uma grande reportagem sobre os casos de doença de chagas em SC e quer saber tudo o que foi publicado em A Notícia sobre o assunto no mês de março de 2005. Como conseguir este objetivo usando os operadores de busca avançada do Google? (responda o que você escreveria no google para obter o resultado esperado).

    Pesquisa Acadêmica
    Scholar.Google
    Scielo

    1. Localizar artigo acadêmico publicado na Internet por Paulo Scarduelli e descobrir quais artigos publicados na internet citam Scarduelli (de acordo com o scholar.google.com)

    2. Localizar artigo acadêmico sobre o jornalismo cultural em Santa Catarina

    Pesquisa no Google: Exercício

    14/03/2005

    Tabela Help do Google

    - Encontrar Dados da Casan sobre população abastecida com água e servida com esgoto em SC (números absolutos e % da população)

    - Achar uma tese ou dissertação publicada na internet com link para o ClicRBS.

    - Localizar planilha com as principais causas de morte em idosos no estado de SC

    - Quem tem mais links para o seu site, Avai ou Figueirense?

    - Ontem escutei no rádio uma notícia sobre pesquisa do IBGE relacionada com perda de grãos no Brasil. Gostaria de saber exatamente os números do desperdício e a principal razão das perdas.

    - De acordo com o Atlas da Mata Atlântica, qual o percentual da área original de Mata Atlântica que ainda existe em São José?

    Pesquisa na internet: Google

    14/03/2005

    Introdução: Diretórios > search engines

    Índices da web > varreduras periódicas

    A “revolução” do Google: PageRank algorithm. Cuidado: Cookies!

    Explicações sobre o PageRank
    A classificação das páginas (PageRank) confia na natureza excepcionalmente democrática da Web, usando sua vasta estrutura de links como um indicador do valor de uma página individual. Essencialmente, o Google interpreta um link da página A para a página B como um voto da página A para a página B. Mas o Google olha além do volume de votos, ou links, que uma página recebe; analisa também a página que dá o voto. Os votos dados por páginas “importantes” pesam mais e ajudam a tornar outras páginas “importantes.”

    Sites importantes, de alta qualidade recebem uma nota de avaliação maior, que o Google grava a cada busca feita. Naturalmente, uma página importante não significa nada se não combinar com a sua busca. Assim, o Google combina os resultados de alta qualidade com a busca que você está realizando para que o resultado seja o mais relevante possível. O Google pesquisa quantas vezes a palavra procurada aparece nas páginas e examina todo o aspecto delas (e conteúdo das páginas ligadas a ela) para determinar o melhor resultado para a sua busca.

    Não importa só o número de links para uma página para ela ter um bom ranking, mas também é levada em conta a palavra âncora do link (relevância com a pesquisa).

    UPDATE 2004-06-26: The consensus among observers is that PageRank is not nearly as important as it was up until mid-2003. Many sites with good PageRank are not doing well in Google, and many with poor PageRank are ranking well for keywords that are important to them. These days, the keywords in the anchor text of external links are more important than the mere fact of the link itself. (In its classic form, PageRank was computed from links without any consideration of content.) (do site www.google-watch.org)

    - O Google não negocia classificações dentro dos resultados de busca (ou seja, não é possível comprar uma posição privilegiada na Listagem de Páginas).

    - Google analiza a proximidade destes termos dentro da página. Ao contrário de muitos outros instrumentos de pesquisa, o Google dá prioridade aos resultados de acordo com a proximidade dos termos pesquisados

    - Google só lista página com links externos pra ela ou log em servidores monitorados. Páginas que ainda não foram listadas provavelmente não foram incluídas porque outros sites ainda não oferecem link a ela — se outros sites não são ligaods a uma página, nós não podemos determinar um PageRank (nossa medida proprietária da importância de uma página) numa maneira razoável. Uma vez que outros tem links para uma página, nós a listaremos. O Google analisa como o link está conectado a outras páginas da web e os possibilita a abertura, na vasta natureza da internet para selecionar os resultados mais relevantes.

    O Básico sobre o Google

    - Missão da empresa é “organize the immense amount of information available on the web”

    - Founded: September 1998 by Larry Page and Sergey Brin

    - Google.com is one of the 5 most popular sites on the Internet and is used around the world by millions of people.
    • Google is the #1 search engine in the UK, Germany, France, Italy, Netherlands, Spain, Switzerland, and Australia ( Nielsen//NetRatings 6/04)
    • Global unique users per month: 81.9 million (Nielsen/NetRatings 6/03)
    • Languages for which Google provides an interface: 97
    • Languages in which Google offers results: 35
    • Global audience: More than 50 percent of Google.com traffic is from outside the US
    Google is the world’s largest search engine and through its partnerships with America Online, Netscape and others , answers more questions than any other service online.
    • Web pages searched: More than 8 billion
    • File types searched include:
    HyperText Markup Language (html)
    Adobe Portable Document Format (pdf)
    Adobe PostScript (ps)
    Lotus 1-2-3 (wk1, wk2, wk3, wk4, wk5, wki, wks, wku)
    Lotus WordPro (lwp)
    MacWrite (mw)
    Microsoft Excel (xls)
    Microsoft PowerPoint (ppt)
    Microsoft Word (doc)
    Microsoft Works (wks, wps, wdb)
    Microsoft Write (wri)
    Rich Text Format (rtf)
    Shockwave Flash (swf)
    Text (ans, txt)
    • Images: 880 million+
    • Usenet messages: 845 million+

    - Consultas com “e” automático
    O Google só retorna páginas que incluam todos os seus termos de busca. Não há necessidade de incluir “and” entre os termos. Para restringir uma busca com mais profundidade basta incluir mais termos.

    - Palavras Descartáveis
    O Google ignora palavras e caracteres comuns, conhecidos como palavras descartáveis. O Google automaticamente descarta termos como “http” e “.com”, assim como dígitos ou letras isoladas, porque eles raramente ajudam na busca e podem torná-la consideravelmente mais lenta.
    Use o sinal “+” para incluir palavras descartáveis na sua pesquisa. Tenha a certeza de incluir um espaço antes do sinal “+”. [Você pode também incluir o sinal "+" na busca de frases.]

    Maiúsculas, minúsculas ou acentos interessam?
    As buscas no Google não são sensíveis a maiúsculas e minúsculas. Todas as palavras, independentemente da forma como forem escritas, serão entendidas como minúsculas. Por exemplo, buscas por “google”, “GOOGLE” ou “GoOgLe” trarão os mesmos resultados.
    As pesquisas padrões do Google não são sensíveis a acentos ou sinais diacríticos, ou seja, [Muenchen] e [München] encontrarão as mesmas páginas. Se quiser discriminar as duas palavras, use um sinal + tanto para [+Muenchen] como para [+München].

    - A INTERFACE DO GOOGLE

    > Web: (busca na internet)

    > Imagens: 390 milhões de imagens indexadas e disponíveis para visualização

    > Grupos
    Usenet: A world-wide system of discussion groups, with comments passed among hundreds of thousands of machines. Usenet is completely decentralized, with over 10,000 discussion areas, called newsgroups.

    - Diretório:
    O Diretório Web Google organiza a web por tópicos, assim você pode navegar por categorias para procurar palavras-chave para usar em sua busca. Ou simplesmente clique links de uma determinada categoria até encontrar a página que você quer.

    - Preferências
    - Ferramenta de idiomas
    - Pesquisa avançada (interface para usar os operadores do “cheat sheet”)
    Com todas as palavras:
    busca todas as palavras, não importa se juntas ou não na página (de preferência juntas) e ignora os caracteres comuns (de, da etc).
    com a expressão: “exatamente a expressão”.
    com qualquer uma das palavras: tanto faz uma quanto a outra.
    sem as palavras: excluir dos resultados as páginas que contenham essa(s) palavra(s)

    Os resultados:
    Título
    Contexto onde aparece na página o termo pesquisado.
    URL – peso – em cachê – páginas semelhantes
    [xls] <br /> Formato do arquivo: Microsoft Excel 2000 – Ver em HTML</p> <p><a href="http://www.floripaadventure.com/rmosimann/cheatsheet_traduzida.htm">Tabela Help do Google traduzida</a></p> <p><strong>Exercício</strong></p> <p>- Dados da Casan sobre população abastecida com água e servida com esgoto em SC (números absolutos e % da população)</p> <p>- Encontrar uma tese ou dissertação publicada na internet com link para o ClicRBS.</p> <p>- Encontrar planilha com as principais causas de morte em idosos no estado de SC?</p> <p>- Quem tem mais links para o seu site, Avai ou Figueirense?

    Dicas para o exercício

    09/03/2005

    1. Instalar o feedreader.

    2. Pegar o RSS das editorias de economia da Folha e do Estadão e colar no leitor de RSS.

    3. Fazer uma pesquisa no yahoo.com com a palavra-chave Palocci e source (fonte) Veja. Pegar o link RSS do resultado da pesquisa e colar no leitor de feeds. Repetir a palavra chave para buscar na fonte Época. Repetir a operação (copiar link e colar no feedreader) com o link RSS gerado na busca.

    4. Repetir a operação do item 3 para Alca e Mercosul nas fontes EFE e Reuters.

    5. Descubrir o endereço dos sites da Agência Brasil e do Ministério de Desenvolvimento e adicioná-los aos favoritos(bookmarks). Vá em “propriedades” do item (favoritos > organizar > selecionar o item favorito > lado direito do mouse > propriedades) e cadastre uma palavra-chave para cada site para usar como atalho na barra de endereço.

    6. Fazer uma busca no yahoo.com para buscar as notícias publicadas nas duas últimas semanas sobre “autonomia do Banco Central” (entre aspas para buscar somente estas palavras juntas). Se lendo algumas notícias você não descobrir três países onde os bancos centrais têm autonomia, experimente buscar (notícias com) “autonomia do Banco Central” + países.

    Exercício de Fixação

    09/03/2005

    Suponhamos que você foi chamado(a) para cobrir as férias de um colega que atua como repórter de economia numa revista semanal. Como você está sem serviço e a oportunidade é financeiramente interessante, mesmo não estando habituado(a) ao assunto você aceita a oferta de trabalho. Seu colega diz que, além de cumprir bem as pautas ordenadas pelo editor, é importante você sugerir boas pautas para preencher os requisitos da função e, quem sabe, ser efetivado(a) quando outro membro da equipe – repórter da sua tão sonhada editoria – se desligar da empresa para fazer doutorado. Ou seja, você tem um mês na editoria de economia para provar que é um bom repórter e merece a vaga “dos seus sonhos”. Para fazer boas pautas o requisito básico é estar bem informado, e, claro, ter noção do que rende uma boa matéria – o que a esta altura você já deve saber…

    Para se inteirar dos assuntos de economia, o editor pede que você comece a acompanhar “pelo menos” o que está sendo publicado sobre o assunto no Estadão e na Folha. Ele quer também o monitoramento do que está saindo em português sobre ALCA e Mercosul nas agências internacionais EFE e Reuters. Você irá cobrir o encontro de chanceleres sul-americanos que acontece no Brasil em abril e precisa estar bem informado sobre estes temas.

    Para completar, “é fundamental você saber o que Época e Veja estão dando em seus sites sobre o Palocci”, disse o chefe, alegando que isso o ajudará a criar a pauta para entrevistar o Ministro.

    Seu editor ainda solicita que você acesse diariamente o site da Agência Brasil para ver o que o governo está publicando de economia e também o site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para acompanhar semanalmente os resultados da balança comercial. Guarde os endereços nos favoritos e crie um atalho para facilitar o acesso freqüente a estes sites.

    Por último, ele passa um tema e pede para você redigir sua primeira pauta, o ponto de partida de sua primeira reportagem na revista. O tema é: Autonomia do Banco Central. Você precisa ver o que saiu na mídia sobre o assunto nas últimas duas semanas e monitorar o tema durante os próximos dias enquanto prepara a pauta, produz a reportagem e escreve o texto. O editor ainda pede “para ontem” o nome de três países onde os bancos centrais são autônomos para convocar os respectivos correspondentes internacionais a participarem da matéria.

    O exercício é simples: use o que aprendeu nas aulas sobre RSS e bookmarks para fazer o que o editor pediu. No diretório “pub” está o arquivo que instala o feedreader. O resultado do exercício deve ser mostrado – de forma organizada – neste programa e no bookmarks do Firefox.

    Lembre-se das aulas sobre RSS. Leia o conteúdo relacionado no blog da disciplina. Se mesmo assim estiver difícil, olhe o blog da disciplina a partir de 10h30min. O post “Dicas para o exercício” vai orientá-lo(a).

    Firefox e Gerenciamento de Bookmarks

    02/03/2005

    O objetivo da aula é:

  • apresentar esta nova opção opção de navegador – Firefox – e algumas de suas funcionalidades.
  • dar algumas dicas práticas para agilizar a navegação na web
  • enfatizar a importância de fazer um gerenciamento dos bookmarks (favoritos)
  • mostrar o del.icio.us, um site gerenciador de links colaborativo.
  • Vale ressaltar que não se trata de propaganda ou de pregar a adoção do Firefox. O importante é conhecer uma opção de software livre para poder comparar.

    Firefox: prós e contras
    (original publicado em 2/11/2004 no Mundo Digital) O que está em itálico é comentário meu e os negritos fiz para destacar palavras-chave.

    Lá pelos idos dos anos 90, internauta (não eram muitos, na verdade) que se prezasse só navegava pelo Netscape Navigator, produzido pela empresa de mesmo nome. O Netscape era robusto, confiável, cheio de recursos e tinha uma interface agradável. Nessa época, o Internet Explorer, então em sua versão 3.1, era alvo de chacota.

    Só que a Microsoft, com seu imenso poder de fogo, melhorou bastante o IE e, mais do que isso, passou a entregá-lo de graça, incorporado ao Windows. Em poucos anos, esses dois fatores demoliram a fortaleza na qual o Netscape se alojava, com quase 90% do mercado de browsers. Hoje, quem tem mais de 90% (97%, para ser mais exato) é a Microsoft.

    Derrotada, a Netscape morreu e deixou uma semente em 98: o projeto Mozilla, que oferece gratuitamente o código-fonte do Navigator, para que programadores possam desenvolvê-lo. O código-fonte é a alma de qualquer software, e geralmente é guardado a sete chaves.

    Seis anos depois, graças ao trabalho voluntário de centenas de programadores pelo mundo, o Mozilla liberou a versão 1.0 do Firefox, um navegador que promete incomodar bastante o Internet Explorer -massacrado pela mídia especializada graças aos seus constantes, incômodos e aparentemente incorrigíveis defeitos de segurança.

    Prós e Contras

    Depois de 72 horas de testes, Mundo Digital pôde estabelecer algumas conclusões sobre o Firefox 1.0 e estabeleceu uma lista de prós e contras sobre o novo navegador.

    • Prós

    1. É leve. São apenas 4.5 MB, contra incríveis 80 MB do Internet Explorer. A instalação é simples e sem sobressaltos. Basta copiar e seguir os passos indicados.

    2. Internautas acostumados ao IE não encontram grandes problemas ao usar o Firefox. Ele também possui recursos como o “Auto-completar” endereços e permite o atalho “CTRL+enter” para completar uma URL a partir de uma palavra. Exmplo: digite “uol” no campo do endereço e pressione as teclas CTRL e enter juntas. O programa irá preencher a URL com “http://www.uol.com” (no caso do Universo Online, você será levado à home page).

    3. Além disso, durante a instalação, o Firefox pergunta se o usuário quer importar favoritos, senhas, cookies e histórico do IE. Em geral, a operação dá certo e o internauta muda de browser sem sumir com seu passado inteiro.

    4. A navegação pode ser feita em abas (tabs) dentro da sessão principal. Para isso, aperte a tecla CTRL ao clicar em um link. Quando a aba é carregada, aparece um iconezinho, evitando que você perca tempo esperando o carregamento.
    Organiza a navegação em categorias, caminhos, rumos…

    5. O Firefox vem com bloqueador de pop-up incorporado. Funciona muito bem, diga-se de passagem. Durante o teste, soube reconhecer pop-ups de propaganda e respeitar janelas que se abrem a pedido do usuário, após clicar em algo (uma enquete, por exemplo).

    6. (themes) A interface é limpa e pode ficar ainda mais agradável. Para isso, basta baixar um tema chamado Noia 2.0, disponível no site do programa. A maneira mais fácil de fazer isso é clicando em Tools-Themes no menu e depois em Get more themes na caixa de diálogo. Ao escolher o tema, ele instala-se automaticamente.

    7. (extensions )
    - Por falar em extensões, o programa oferece algumas. A mais útil, disparado, é a Adblock. Ela bloqueia anúncios em todos os sites, tornando a navegação mais rápida -um alívio principalmente para quem usa conexão dial-up. Para instalar, clique em Tool-Extensions e depois em Get More Extensions na caixa de diálogo. Assim como o tema, a extensão também se instala sozinha. Além de banners, essa extensão também pode bloquear anúncios em Flash, que em geral, são pesados e consomem processamento da máquina até o carregamento integral.

    Outra boa extensão é a FoxyTunes, que acrescenta botões para controlar um tocador de MP3 ao painel do Firefox. Ela é, inclusive, compatível com o programa Winamp. Para remover extensões, clique em Tools, Extensions e Uninstall. (do texto da Folha citado mais abaixo)

    8. O navegador vem com uma útil e discreta caixinha de busca ao lado dos ícones principais. Por ali, dá para pesquisar no Google, Yahoo!, Amazon e Wikipedia. É possível adicionar outros serviços, mas nenhum em português.

    9. O Firefox pode bloquear códigos javascript que bagunçam os sites durante a navegação.

    10. Por fim, mas não menos importante (pelo contrário), o Firefox é muito menos vulnerável do que o Internet Explorer. Até agora, nenhuma vulnerabilidade grave foi descoberta no programa. Para quem usa Internet banking e sites de compra online, é uma diferença e tanto.

    - Alguns favoritos na barra abaixo do endereço;
    - Busca também no campo endereço;
    - Ctrl + F;
    - seleciona texto, lado direito do mouse, search.
    - Bookmarks tem (em propriedades do item) um campo descrição para “fichar” o site.

    • Contras

    1. Apesar de leve, o Firefox consome tanta memória RAM quanto seu concorrente da Microsoft. Claro que isso depende de quantas janelas e dos recursos sendo acessados (animações em Flash, por exemplo), mas a impressão geral é que o navegador da Mozilla não poupa recursos do usuário como aparenta.

    2. Apesar de leve, o Firefox não vem com plugins (acessórios) fundamentais -caso do Java Virtual Machine (usado em aplicações de Internet banking, por exemplo), Flash Player (animações), QuickTime (vídeos online) e Shockwave (animações e jogos). Apesar de prometer instalação automática desses plugins, o fato é que foi necessário instalar quase tudo “no braço”, algo que raramente o usuário comum gosta de fazer, claro.

    3. (nunca percebi)Mesmo sem medições precisas, foi possível verificar que o Firefox é sensivelmente mais lento do que o IE para carregar páginas, imagens e animações. Para internautas com mais experiência, o modo como ele carrega as páginas lembra o IE 3.0, que não deixou saudades. Além disso, páginas com anúncios em Flash, vários frames (janelas dentro do site) ou menus em código DHTML (HTML dinâmico) às vezes ficam bagunçadas no Firefox.

    4. (não concordo). O navegador não se integra bem com o Outlook nem com o Outlook Express. (por outro lado, isso é uma boa, porque muitos vírus se aproveitam dessa facilidade que o IE oferece). Ele também demora para responder a links clicados em outras janelas -como as de mensageiros instantâneos.

    5. Alguns sites em português não se dão bem com o Firefox. Por algum motivo, ele não reconheceu acentuação. Para resolver o problema, foi preciso clicar no menu em View-Character encoding-Auto detect-Universal.

    6. (nunca aconteceu comigo). Provavelmente por estar apenas na versão 1.0, o programa contém bugs irritantes. Durante os testes, ele travou enquanto carregava um site com Java. Ao voltar, disse que o perfil padrão (Default user) estava bloqueado por “estar em uso”. Foi necessário criar um novo perfil e importar tudo de novo do Internet Explorer. No dia seguinte, novo travamento e novo bloqueio de perfil. Agora foi necessário voltar ao perfil antigo, sem todas as configurações e personalizações feitas ao longo do dia. Enfim, uma chatice.

    7. (não percebi)O Firefox demora mais para iniciar do que o Internet Explorer. Embora não seja possível precisa essa diferença em segundos (depende do computador), ela é sensível. (fim do texto do Mundo Digital)

    Gerenciamento de bookmarks/favoritos
    - Organização por categorias, em pastas e subpastas;
    - O bookmarks é um arquivo HTML.
    - Exportar/Importar
    – Keyword
    – organizar por…

    Um novo modo de organizar e compartilhar bookmarks:
    del.icio.us social bookmarks (gerenciador de links colaborativo).

    Tantas coisas são publicadas a cada instante na internet que para encontrar coisas boas e interessantes é preciso um “guia”. Um não, diversos…
    O delicious ajuda, pois todos compartilham suas “descobertas” e a comunidade sai ganhando.

    Para ir mais fundo…

    Firefox cresce e Internet Explorer cai
    (Estadão, 24/01/2005)

    Os índices não são muito expressivos, mas mostram que os internautas não estão satisfeitos com as constantes falhas apresentadas pelo browser da Microsoft.
    São Paulo – Embora em ritmo lento, o Firefox continua a ganhar a preferência dos internautas, apresentando um crescimento de 0,9 ponto percentual entre dezembro do ano passado e janeiro. No mesmo período, o uso do Internet Explorer caiu 1,5 por cento.

    De acordo com o instituto de pesquisas WebSideStory, o navegador da Microsoft detém agora 90,3% do mercado e o Firefox, cinco por cento. A queda paulatina do Internet Explorer deve-se, na opinião dos experts, às suas constantes falhas de segurança.

    Segundo a consultoria OneStat, o FirexFox 1.0, que teve cerca de 19 milhões de downloads desde seu lançamento, há dois meses atrás, só não avançou mais, em razão de sua incompatibilidade com alguns websites.

    Saiba como instalar e usar o navegador Firefox
    (Folha, 10/11/2004 )

    Extensões incrementam o navegador Firefox
    Folha de S.Paulo, 10/11/2004)

    O Firefox pode ser incrementado com extensões –acessórios que acrescentam funções úteis ao programa. Para instalar extensões, basta visitar um site que as ofereça (o repositório oficial é o update.mozilla.org/extensions) e clicar no link desejado. Após a instalação, geralmente é necessário reiniciar o navegador.

    Contador de Acessos

    28/02/2005

    What is Site Meter ?
    Site Meter is a free, fast, and easy way to add a web counter to your web page. Not only does it display the number of visitors to your web site, it also keeps statistics on the number of visits each hour and each day. See an example of the real-time web traffic reporting you can have on your site.

    RSS para jornalistas II

    28/02/2005

    Recapitular conceitos básicos do RSS.

    De acordo com “CMP’s Techencyclopedia”, RSS significa:
    •RDF (Resource Description Format) Site Summary
    •Rich Site Summary
    Para muitos, no entanto, quer dizer “Really Simple Syndication.”

    RSS é um formato de distribuição de conteúdo baseado na linguagem XML. Através de um programa ou um site “leitor de RSS” pode-se acessar em uma única interface conteúdos de diversas fontes selecionados de acordo com seus interesses.

    Site/e-mail oferece feed >>>> conteúdo em RSS/XML >>>> link no leitor RSS do usuário = novo modo de acessar notícias

    Algumas vantagens para o jornalista:
    • Ler diversas fontes numa só – ganho em produtividade;
    • Monitorar conteúdo de organizações e instituições relacionadas ao seu trabalho – para elaboração de pautas, checagem de dados, novos conteúdos (menos newsletters, mais fácil de ver o que interessa).
    • Para o assessor de imprensa: uma nova forma de atingir os veículos de comunicação e diretamente os usuários.

    RSS versus Newsletters

    RSS versus Atom
    Google>blogger>atom X Apple – news.com/cnet
    Feedreader lê ambos!
    Não importa a tecnologia, o formato de distribuição de conteúdo via feeds “pegou”. Mesma coisa sobre o acesso à feeds em web sites: não importa a marca, o importante é saber que existem hoje eses e muitos surgirão. E também outras formas de acessar conteúdo. Importante incluir no seu rol de fontes de informação uma fonte que acompanhe essas transformações.

    Outros usos:
    http://www.rsscalendar.com/rss/
    RSS Calendar

    RSS via website
    Os seus feeds disponíveis em qualquer lugar

    Bloglines

    Login: rogério@floripaadventure.com / *
    O Bloglines é um leitor online gratuito que permite procurar, assinar, compartilhar e publicar conteúdo RSS. Alguns recursos interessantes são visualizar os leitores que assinam o RSS que você, receber recomendação autmomáticas de sites, etc. Mas o Bloglines é diferente dos outros leitores. Ele mantém um banco de dados de RSS, assim como o Google faz com páginas web. Dessa forma, o Bloglines faz apenas um acesso ao RSS do site e atende a todos seus usuários.

    Add My Yahoo

    E-mails para RSS
    MAILtoRSS/iupload.com (not free anymore)
    Alternative: Awasu (a free RSS news reader) has a plugin that takes email from a POP or IMAP account and generates a feed for it. http://www.awasu.com/downloads/ThirdParty/Email/

    Exercitar a busca e a organização de feeds no Feedreader

    Navegar nos sites abaixo para conhecê-los e para exercitar a “captura” e inclusão de feeds no Feedreader ou Bloglines.

    Busca Aqui

    Syndic8

    the feed directory

    CNet editor Faves

    CNet directory feeds

    RSS in Government : News about how RSS is being used by international, federal, state, and local governments

    Form para criar RSS (gera link RSS a partir de um endereço web)

    Busca de produtos no Ebay

    RSS no Outlook e IE (free public preview)

    Analisar no leitor de RSS o estilo de diferentes fontes que oferecem XML
    Ver e comentar feeds. (importar / exportar opml tem bugs)
    Cases: Tribunal de Contas MT, Unisanta, blogs, The FRee font Blog, Topix.net (add), CMI, Resource Shelf, Reuters TV, Notícias SEFAZ/RS, coments, com fotos, sem fotos…

    Para ir mais fundo:

    RSS + BitTorrent
    Duas das ferramentas mais promissoras do ano passado prometem formar uma dobradinha de arrebentar em 2005. A combinação do RSS e do BitTorrent está sendo chamada de “o Tivo da Web”. O primeiro permite receber atualizações de sites e blogs em programinhas similares a clientes de e-mail. Já o BitTorrent é o sistema de compartilhamento de arquivos grandes que já corresponde a 35% do tráfego da Internet.

    Na prática, os dois juntos funcionam como uma espécie de gravador de vídeo digital. Isso porque o RSS informa quando os filmes e os capítulos dos seriados preferidos ficam disponíveis. O BitTorrent, então, transfere o conteúdo para o disco rígido do computador, para o usuário assistir quando e como desejar. Por isso o apelido Tivo da Web. Vários programinhas já exploram a combinação RSS + BitTorrent, como é o caso do recém-lançado Videora, tema de um artigo da Wired News.

    Mas, então, isso está sendo usado para download ilegal de filmes? É óbvio, mas trata-se de um recurso bastante interessante para distribuição de conteúdo legal, e mais do que isso: um modelo que deve ser observado com carinho pela indústria cinematográfica, mais preocupada em combater a pirataria do que em oferecer uma solução para os usuários sedentos por download de filmes e seriados. O BitTorrent, sozinho, provou que há demanda.

    Google spurns RSS for rising blog format
    Published: February 11, 2004, 4:09 PM PST
    Google’s Blogger service is bypassing Really Simple Syndication in favor of an alternative technology, a move that has sparked more discord in a bitter dispute over Web log syndication formats.

    The search giant, which acquired Blogger.com last year, began allowing the service’s million-plus members to syndicate their online diaries to other Web sites last month. To implement the feature, it chose the new Atom format instead of the widely used, older RSS.

    Web news feed syncs up with ads
    Published: September 24, 2004, 1:11 PM PDT
    Moreover Technologies has introduced a free, advertising-supported service that lets Web surfers set up a personalized collection of headlines from news outlets around the Web.
    San Francisco-based Moreover licenses technology that aggregates headlines and makes news searchable for Web visitors to partners, including Microsoft’s MSN. This week, Moreover opened up its Really Simple Syndication (RSS) news aggregation feeds to the public, reintroducing a service it once shelved for lack of a profit scheme.

    The company now plans to make money from an “intelligent” advertising system that pairs targeted promotions with news feeds, Moreover CEO Jim Pitkow said. People can sign up to receive headlines on a news-reader Web page, and they will receive one related text ad per day, which should mean they won’t be inundated with ads. (…)

    Last month, RSS search engine Feedster said it’s teamed with advertising network Kanoodle to seed news feeds with keyword-targeted text ads. In the coming weeks, people who subscribe to Feedster to receive headlines on a personalized Web page will begin receiving one to two ads every time their news reader “pings” Feedster, Feedster CEO Scott Rafer said. People can also pay a $10 fee to avoid the ads.

    Rafer said he also plans to introduce a service soon that lets Web loggers sign up to add targeted ads to their RSS feeds, so that they can profit from their online diaries.

    Reuters picks up Web syndication technology
    Published: May 11, 2004, 12:25 PM PDT
    Reuters.com has adopted RSS technology to syndicate its headline news to publishers across the Web, in a boon for the format.
    Last Thursday, the provider of news and financial information began using RSS (Really Simple Syndication), a format for syndicating and aggregating Web content, based on the Extensible Markup Language. The technology allows Web sites and Web loggers, or bloggers, to receive free feeds of Reuters.com news headlines and republish a one-line description of stories. Topics include politics, international news, entertainment and sports.
    Also, in one of the first such instances, Reuters is syndicating news videos via RSS.
    On Monday, Google revamped its own Web publishing tool, Blogger, with simple features to appeal to a wider audience. Google supports a rival syndication technology called Atom. Backers of RSS include Apple Computer and News.com publisher CNET Networks.

    RSS gets down to business
    Published: August 16, 2004, 11:54 AM PDT
    Primarily the province of bloggers, RSS is moving into the business realm, with the release this week of a new application for sharing calendar data over the Internet.
    Developer John Pacchetti released a trial version of RSSCalendar late last month, and the free application has quickly become one of the first nonblogging successes for RSS (Really Simple Syndication), the standard behind Web logs and news aggregator feeds.