<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Mídia Digital Internet &#187; Educação</title>
	<atom:link href="http://floripaadventure.com/rmosimann/category/educacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://floripaadventure.com/rmosimann</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 13 Apr 2010 22:15:49 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Guia da reforma ortográfica</title>
		<link>http://floripaadventure.com/rmosimann/2008/11/guia-da-reforma-ortografica/</link>
		<comments>http://floripaadventure.com/rmosimann/2008/11/guia-da-reforma-ortografica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 16:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[guia]]></category>
		<category><![CDATA[ortografia]]></category>
		<category><![CDATA[português]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://floripaadventure.com/rmosimann/?p=326</guid>
		<description><![CDATA[O iG colocou à disposição pra download o Guia da Reforma Ortográfica da Michaelis [pdf, 971 kb], que explica em detalhes as mudanças.
Obrigado pela dica, Dauro.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O iG colocou à disposição pra download o <a href="http://images.ig.com.br/hotsites/reforma_ortografica/Guia_Reforma_Ortografica_CP.pdf">Guia da Reforma Ortográfica da Michaelis</a> [pdf, 971 kb], que explica em detalhes as mudanças.</p>
<p>Obrigado pela dica, <a href="http://dauroveras.blogspot.com/">Dauro</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://floripaadventure.com/rmosimann/2008/11/guia-da-reforma-ortografica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Que tipo de jornalista devemos formar?</title>
		<link>http://floripaadventure.com/rmosimann/2005/10/que-tipo-de-jornalista-devemos-formar/</link>
		<comments>http://floripaadventure.com/rmosimann/2005/10/que-tipo-de-jornalista-devemos-formar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2005 18:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo on-line]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://floripaadventure.com/rmosimann/2005/10/19/que-tipo-de-jornalista-devemos-formar/</guid>
		<description><![CDATA[Artigo muito interessante publicado originalmente no Comunique-se e encontrado por mim no site do Sindicato dos Jornalista de SC.
O XIS DA QUESTÃO – No mundo globalizado, marcado pelos impactos das tecnologias de difusão universal de informações, o velho modelo americano de jornalismo está radicalmente superado por novos e velozes paradigmas. Diante das profundas mudanças ocorridas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo muito interessante publicado originalmente no <a href="http://www.comunique-se.com.br/">Comunique-se</a> e encontrado por mim no site do <a href="http://www.sjsc.org.br/">Sindicato dos Jornalista de SC</a>.</p>
<blockquote><p>O XIS DA QUESTÃO – <strong>No mundo globalizado, marcado pelos impactos das tecnologias de difusão universal de informações, o velho modelo americano de jornalismo está radicalmente superado por novos e velozes paradigmas</strong>. Diante das profundas mudanças ocorridas, cresce a importância da seguinte pergunta, que um pesquisador peruano trouxe ao recente congresso da Intercom, realizado no Rio de Janeiro: “Estamos ensinando aos estudantes de jornalismo a maneira adequada de se adaptarem aos novos cenários?”</p>
<p>1. A falsa dicotomia</p>
<p>Cinco meses atrás, Roberto Civita, diretor-presidente da Editora Abril, visitou a Escola de Comunicações e Artes, da USP, para uma conversa com professores. Foi para falar, principalmente, sobre o curso de jornalismo. Com ou sem razão, a visita não despertou grande interesse. Mas a conversa valeu a pena, se não pelo todo, ao menos pelo começo. O dono da Abril iniciou a sua fala com uma provocação – mais ou menos assim: “<strong>Os alunos que vocês nos mandam hoje não servem para a Editora Abril</strong>. Eles podem até ter bom domínio técnico das coisas do jornalismo. Mas nós estamos mais interessados em gente capaz de pensar.”</p>
<p>Provocações à parte, e talvez sem que essa tenha sido a intenção, Roberto Civita trouxe à baila a velha e sempre inacabada discussão sobre as relações entre teoria e prática, no ensino do jornalismo.</p>
<p>Nas redações, continua forte a voz dos que reclamam dos cursos de jornalismo uma pedagogia que valorize a prática, voltada para o aprendizado das técnicas. Querem profissionais do “fazer”, e isso lhes basta. Reclamam que os recém-formados chegam ao mercado sem saber o que significam termos básicos do jargão profissional, ou tropeçando em coisas elementares como dar contundência e clareza a uma abertura de matéria, definir o verbo forte de um título ou construir fluências estilísticas em usos alternados do discurso direto e indireto.</p>
<p>De outro lado, na academia, e em segmentos críticos do jornalismo, há clamores crescentes reivindicando cursos voltados para a formação humanística, multidisciplinar, dos futuros jornalistas. Por essa visão, o jornalista terá de ser um profissional intelectualmente capaz de entender e interpretar as complexidades do mundo cujos fatos e feitos deve relatar ou comentar. Argumentam essas correntes: De que servem as habilidades técnicas, se as mentes não estão preparadas para captar as cada vez mais complicadas subjetividades escondidas na materialidade dos fatos?</p>
<p>No meio termo, surge e organiza-se uma proposta que defende uma formação prioritariamente técnica, mas agregando à proposta a sutileza semântica de atribuir à palavra “técnica” o significado de fusão entre teoria e prática. Os jornalistas seriam, portanto, tecnólogos preparados para o sucesso profissional, <strong>capazes de “fazer”, mas sabendo, também, os “porquês” e “para quês” do fazer</strong> . Pelo que posso entender, no domínio dos “porquês” e “para quês” estaria a dimensão teórica do modelo. Como sustentação da proposta, um argumento com força dramática: ou se investe na formação técnica do jornalista, ou estaremos diplomando profissionais para o desemprego, não para o trabalho – e com a frase cito o professor Jorge Pedro Souza, da Universidade Fernando Pessoa (Porto, Portugal), defensor desse modelo.</p>
<p>2. Velho paradigma</p>
<p>Claro que, sobre a questão, tenho pontos de vista próprios, elaborados ao longo escolhas e experiências pessoais, em quase cinqüenta anos de jornalismo, vividos nos arraiais da prática e do estudo. Mas não vem ao caso expor agora o que penso sobre o assunto. Porque considero mais importante abrir espaço para a discussão, a partir de uma reflexão que o pesquisador peruano Juan Gargurecich trouxe ao Congresso da Intercom, realizado no Rio de Janeiro entre os dias 6 e 9 deste mês.</p>
<p>Gargurevich participou da mesa (da qual eu e o professor Pedro Jorge também fizemos parte) em que se discutiam, exatamente, os desafios pedagógicos em torno da velha e falsa dicotomia Teoria x Prática. Como base para a reflexão e a discussão sobre o assunto, o colega peruano propôs um lúcido entendimento da mudança de paradigmas no jornalismo.<br />
<strong>O paradigma do pós-guerra</strong>, inspirado no modelo norte-americano, fundamentou a concepção do jornalismo na América Latina. O paradigma assentava sobre um conjunto de “verdades” que, por quase um século, organizou idéias e crenças no ensino, na pesquisa e na prática do jornalismo. Eis algumas dessas “verdades”:</p>
<p>    &#8211; A informação tem alto valor como mercadoria, o que significa admitir que quanto melhores as notícias, maiores serão as vendas;<br />
    &#8211; A economia das empresas jornalísticas se baseia no êxito da circulação, na medida em que as tiragens condicionam a publicidade;<br />
    &#8211; As fontes de informação se restringem aos jornalistas, sem os quais não há notícia;<br />
    &#8211; Os modos formais e populares de a sociedade se informar são os jornais e os noticiários de rádio e televisão;<br />
    &#8211; Os espaços dedicados à informação jornalística são limitados em números de páginas, minutos de rádio e televisão;<br />
    &#8211; A informação chamada “alternativa” está limitada a círculos especializados e tem pouca credibilidade;<br />
    &#8211; Os jornalistas se reconhecem a si mesmos como atores sociais e, como tal, assumem a missão de vigiar e fiscalizar os governos;<br />
    &#8211; Os meios massivos, cuja propriedade está reservada a grandes empresas multimediáticas, têm distribuição e alcance local;<br />
    &#8211; O jornalismo sustenta que a liberdade de imprensa é pilar fundamental da democracia.</p>
<p>Tudo isso mudou.</p>
<p>3. Novas “verdades”</p>
<p>No mundo atual, globalizado em redes informacionais, o “marco teórico” do modelo americano de jornalismo foi radicalmente superado por novos paradigmas, que a nossa própria experiência de profissionais e cidadãos já pode claramente identificar.</p>
<p>Juan Gargurecich listou <strong>algumas das mudanças mais importantes ocorridas</strong>:</p>
<p>    &#8211; A informação de qualquer país pode obter-se a custo mínimo e em tempo real;<br />
    &#8211; Os espaços virtuais para a informação quase não têm limites;<br />
    &#8211; As mini-empresas informativas podem ser tão eficazes quanto as grandes empresas de antigamente;<br />
    &#8211; Os meios são internacionais e não reconhecem os velhos limites impostos pelos regulamentos das Nações Unidas;<br />
    &#8211; Na maioria, as fontes governamentais estão abertas ao público em geral;<br />
    &#8211; <strong>Os “weblogs”</strong> tornam possível e popularizam o “cidadão jornalista”;<br />
    &#8211; Os telefones móveis (celulares) avançam para converter-se em suportes inéditos de informação.</p>
<p>Acrescento a essa listagem uma mudança profunda no plano ético: o direito à informação, prerrogativa do cidadão, superou, como valor e direito democrático, os limites do conceito de liberdade de imprensa, princípio liberal que legitimava, também, o poder de “não publicar”.</p>
<p>Diante de tão profundas mudanças, Gargurevich provocou a platéia com uma pergunta tão simples quanto inquietante: Estamos nós ensinando aos estudantes de jornalismo a maneira adequada de adaptar-se aos novos cenários?</p>
<p>A questão aí fica, para o debate.</p>
<p>Carlos Chaparro &#8211; Artigo publicado originalmente na coluna que o autor mantém no site Comunique-se, em 16/set/2005</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://floripaadventure.com/rmosimann/2005/10/que-tipo-de-jornalista-devemos-formar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

