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	<title>Mídia Digital Internet &#187; Convergência</title>
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		<title>Artigo sobre TV Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 20:20:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Televisão digital: esta história não começa em 2007, por Almir Almas &#8211; Professor da Escola de Comunicações e Artes da USP. (Revista da Associação dos Docentes da USP 42 &#8211; jan 2008)
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.adusp.org.br/revista/42/r42a07.pdf">Televisão digital: esta história não começa em 2007</a>, por Almir Almas &#8211; Professor da Escola de Comunicações e Artes da USP. (Revista da Associação dos Docentes da USP 42 &#8211; jan 2008)</p>
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		<title>Emissoras de TV e operadoras testam parceria em celular</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2006 12:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rmosimann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Convergência]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Janeiro, sol, e eu aqui pensando em &#8220;convergência&#8221;.  Vejam só:
Eliane Sobral De São Paulo &#8211; Valor Econômico, 06/01/2006
Quando as operadoras de telefonia celular começaram a oferecer boletins noticiosos, previsão do tempo e informações sobre o trânsito via telefone móvel, as emissoras de televisão suspeitaram que estava nascendo um perigoso concorrente. Passado esse primeiro momento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Janeiro, sol, e eu aqui pensando em &#8220;convergência&#8221;.  Vejam só:</p>
<blockquote><p>Eliane Sobral De São Paulo &#8211; <a href="http://www.valoronline.com.br/veconomico/?show=index&#038;mat=3471806&#038;edicao=1261&#038;caderno=95&#038;news=1&#038;cod=8d75dcd2&#038;s=1">Valor Econômico</a>, 06/01/2006</p>
<p>Quando as operadoras de telefonia celular começaram a oferecer boletins noticiosos, previsão do tempo e informações sobre o trânsito via telefone móvel, as emissoras de televisão suspeitaram que estava nascendo um perigoso concorrente. Passado esse primeiro momento, os dois lados se aproximaram e começaram a trabalhar em conjunto e hoje tentam desenhar um novo modelo de negócio com a oferta de conteúdo, vídeos e até programas inteiros ao vivo, via telefone móvel.</p>
<p>&#8220;Estamos em fase de teste. É algo completamente novo tanto para nós, quanto para as operadoras e para o próprio cliente&#8221;, diz o diretor de marketing da Globo.com, Frederico Monteiro, que integra o grupo de estudos formado há cerca de um ano por executivos de todas as empresas das Organizações Globo com o objetivo de estudar as possibilidades de oferta de conteúdo para o celular.</p>
<p>E a fase é mesmo de testes. Dos 82,2 milhões de telefones celulares habilitados no Brasil (dados de novembro), o número de aparelhos com tecnologia para recepção de vídeos e programas em tempo real ainda é pequeno &#8211; algo próximo a 2 milhões de aparelhos &#8211; e não há sequer muitas opções de modelo.  <span id="more-136"></span></p>
<p>Longe de ser um limitador, a penetração ainda incipiente da tecnologia vem dando o tempo que as duas pontas do negócio precisam para desenvolver produtos, formatos, resolver problemas técnicos e sentir a demanda.</p>
<p>Nas Organizações Globo, diz Monteiro, o desafio é levar para a telinha do celular o mesmo padrão de qualidade que caracteriza as produções da emissora. &#8220;Exibir o vídeo de um gol, por exemplo, é uma tarefa muito mais complexa no celular do que na TV. O material tem de ter, no máximo, 30 segundos&#8221;. O trabalho de adequação envolve também aproximar, ao máximo, o usuário do objeto filmado, para evitar a dispersão da imagem na tela do celular, e alterar o som pois &#8221; o áudio do celular não é o ideal para programação de TV&#8221;.</p>
<p>A Globo selecionou apenas alguns programas para testar o formato em telefonia celular &#8211; o musical Fama, o Big Brother, futebol e imagens de Carnaval. &#8220;Agora estamos estudando como contar uma história no celular. Pode ser uma novelinha própria, um minisseriado. Não sabemos ainda quando teremos esse produto, mas ele virá&#8221;.</p>
<p>Por enquanto, a programação disponível para celular no Brasil é a mesma que a exibida nas telas de cinema ou nos aparelhos de televisão. Mas a criação de programas exclusivos para a nova mídia não está descartada. &#8220;Estamos estudando sim, mas é algo que demandará tempo. Precisamos ver quanto será necessário investir e a viabilidade econômica do novo serviço&#8221;, afirma o diretor de comunicação e interatividade da TV Bandeirantes, Milton Turolla.</p>
<p>O diretor de novos negócios do SBT, Rodrigo Marti, acredita que a maior demanda no mercado brasileiro será por serviços noticiosos. Mas a criação de conteúdo específico para telefone celular não está descartada. &#8220;Quanto à programação ao vivo e em tempo real, nossa perspectiva é de que seja viável apenas quando o modelo de TV digital estiver em operação. Porque aí, os aparelhos, a exemplo do que já ocorre no Japão, estarão habilitados para captar o sinal de TV, o que vai agilizar a recepção das imagens e também melhorar a qualidade do material recebido&#8221;.</p>
<p>A Vivo começou seus testes em julho, quando foi lançado o Vivo Play 3G. &#8220;É a tecnologia que permite o envio de vídeos pelo celular. Algo como você por banda larga no seu telefone&#8221;, explica o gerente de conteúdos da empresa, André Mafra. Desde então, a Vivo coloca à disposição de seus assinantes uma versão reduzida do seriado &#8220;24 Horas&#8221;, da Fox.</p>
<p>Na versão para celular, a série é de &#8220;24 Minutos&#8221; e a operadora oferece um capítulo de um minuto por semana aos assinantes, que têem a opção de assistir o filminho na hora ou armazenar e ver quando quiser. &#8220;Entre julho e dezembro tivemos mais de 400 mil acessos&#8221;, afirma Mafra.</p>
<p>Por enquanto, diz ele, a Vivo não cobra nada pelo serviço pois o número de celulares com tecnologia adequada para recebê-lo é limitado e a operadora aproveita para testar a reação do consumidor. &#8220;Ela tem sido muito positiva. Acompanhamos de perto o que está ocorrendo em alguns países europeus pois acreditamos que seja uma área com grande potencial&#8221;.</p>
<p>Os executivos da Claro também estão otimistas com o a função midiática do telefone celular. Atualmente a empresa oferece vídeos, também em caráter experimental, em dois formatos: programas como documentários, traillers de filmes ou boletins de notícias que o cliente recebe em seu aparelho e pode arquivar ou assistir na hora em que o conteúdo chega. A outra opção é o conteúdo ao vivo e em tempo real &#8211; tecnologia batizada de &#8220;streaming&#8221;.</p>
<p>Segundo André Andrade, gerente de serviços de valor agregado da Claro, de setembro de 2004 a outubro do ano passado, foram realizados 1,2 milhão de downloads de vídeos. A operadora não informa, porém, quantos acessos recebeu da programação ao vivo. &#8220;O volume ainda é muito baixo, até pela limitação tecnológica dos aparelhos&#8221;.</p>
<p>Alberto Blanco, diretor de marketing do Grupo Telemar, dona da operadora Oi, observa que mais de 100 novos vídeos foram oferecidos aos usuários ao longo de 2005 e que a empresa registrou 2,5 milhões de downloads no ano passado. &#8220;Essa é uma das mais promissoras fontes de receita para as operadoras. As pessoas não vão falar mais do que falam, mas podem usar mais o celular como fonte de entretenimento.&#8221;</p></blockquote>
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