Convidada especial: Mariana Baima

Agradecemos à Mariana por sua disposição em participar da disciplina EMC 2. Acreditamos que a experiência relatada é de grande valia aos estudantes de jornalismo. Ela nos contou sua trajetória profissional, como começou o seu empreendimento – a Primeira Via Comunicação – e ainda um pouco sobre o serviço de assessoria de imprensa e o mercado local.

O que mais marcou vocês na palestra da Baima?

11 Responses to

  1. Simara says:

    O que eu achei legal no depoimento da Marian Baima foi o começo da sua carreira, quando ela deixa o seu emprego fixo para pegar um estágio de jornalismo, ou seja, mesmo podendo não dar certo ela foi atrás do que queria. E foi essa iniciativa que a fez descobrir o segmento em que ela gostaria de trabalhar, Assessoria de Imprensa. Talvez o primeiro passo para ser uma pessoa empreendedora.

  2. Gisele Machado says:

    Eu acredito que Mariana foi feliz em escolher o segmento de assessoria como fonte de trabalho, pois é uma área que vem crescendo muito. As dificuldades para o empreendedor são inúmeras ainda mais para ela que largou o que tinha garantido pelo inserto: estágio. Essa sua iniciativa lhe deu a oportunidade de ver realmente o que queria para seu futuro profissional, tanto que sua empresa ja está no mercado ha 9 anos e com excelentes clintes. E como empresária, percebi e verifiquei através do seu site, que ela se estruturou bastante: com vários tipos de serviços a oferecer a seus clientes.
    Sua ousadia também, acredito, foi muito bem pensada, pois Assessoria de Imprensa é uma faca de dois gumes, pois é preciso ter um bom relacionamento com a mídia, pois caso contrário você se depara contra ela e o resultado de seu cliente pode não ser o realmente alcançado.
    Acima de tudo admiro sua coragem pela sua iniciativa.
    Gisele Machado

    Não assisti todo o depoimento da Mariana, pois tive que sair.

  3. Andrezza says:

    Objetivamente poderia dizer que o que mais marcou foi o modo como caracterizou a Assessoria de Impresa. Segundo Mariana o papel da Assessoria “não é apenas o de divulgar, precisa ter planejamento e estratégia de comunicação”.

    Isso deixa claro que assessorar não é uma tarefa tão simples como apresenta é necessário profissionalismo em um momento que o serviço de assessoria cresceu muito e até certo ponto se “vulgarizou”.

    Gostaria ainda de salientar um apecto que a Mariana disse sobre o faro jornalístico. Para ela, ele é imprescindível para qualquer jornalista, inclusive para o assessor.

    Senti falta de uma reflexão maior sobre a questão ética da Assessoria. Estava lendo um livro do Heródoto Barbeiro (Manual de Radiojornalismo- Produção, Ética e Internet) e o mesmo diz que para ser assessor não é necessário ser jornalista, pois o jornalista deveria ter o compromisso com a informação e não com a empresa (como faz o assessor)… Mas isso já é assunto para outro momento..

  4. Gabriele Narciso says:

    Achei interessante a atitude empreendedora de Mariana Baima, pois largar o emprego certo por algo duvidoso como assessoria de imprensa é arriscado, no entanto este exemplo serve para não nos acomodarmos e irmos atrás dos nossos objetivos.

  5. Patrícia Pratts says:

    Apesar de repetitiva a entrevista, um dos pontos que me chamou atenção foi quando a jornalista falou que devemos sempre achar um personagem apara a notícia. Outro ponto favorável foi a coragem de sair de um emprego “tão sonhado” (pelo pai dela) para arriscar-se num novo mercado: Assessoria de Imprensa.

    O plano estratégico a ser planejado para assesorar qualquer tipo de organização é fundamental para se dar bem nessa área. Inclusive ter a visão do que possa ser ressaltado e pra quem possa ser enviado tais informações sobre o assessorado.

    A superexposição é uma arma. Ter a noção que expor demais na mídia o seu produto acaba saturando e desinteressando o público, em conseqüência os veículos de comunicação.

    Como Mariana Baima comentou, por experiência própria, que deve ser diferenciado dois pontos: amizade e perfil para o trabalho a ser exercido. Embora sejam muito próximos, não quer dizer que caminhem na mesma linha, ou seja, há pessoas com as mesmas afinidades pessoais, porém divergentes na questão profissional.

    Saber que o mercado de Florianópolis já está saturado de Assessorias de Imprensas, e além disso ter conhecimento de que há aproximadamente 6 empresas grandes e concorrentes à altura, foram coisas que realmente me deixaram preocupadas, pois os meios televisivos, impressos e radiofônicos aqui estão lotados!!!

    AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

    (grito de desepero heheheheh)

    É isso…
    Tirando a parte de burlar e omitir, ou melhor, estratégias empreendedoras para pagar menos impostos prefiro não opinar…
    hahahahahaha

    FuY
    =P

  6. Ana Cristina says:

    A assessora Mariana Baima voltou a falar sobre o que outros personagens da atividade jornalística já haviam ressaltado. A ousadia! A importância de ousar, de arriscar novas possibilidades e tender a novos mercados. Já ouvimos isso de vários palestrantes empreendedores, pelo meu ponto de vista o mercado “patrão” jornalÍstico está saturado, as redações, as rádios e os meios televisivos estão cada vez mais fechados. Muitas vezes dói ouvir isso e planta-se uma duvida na cabeça, será que escolhi a profissional certa?

    Seguindo a linha de pensamento da Mariana, sim… a atividade jornalÍstica tem e sempre terá uma função muito importante de divulgar a informação, torna público, dividir com milhares de pessoas pelo mundo a fora notícias. Só que é preciso analisar o mercado que você vai fazer parte, o seguimento que você pretende desenvolver, planejar, elaborar e estudar novos projetos.

    A assesoria de imprensa é uma atividade que exigi total dedicação e vários estudos sobre o que você vai desenvolver para determinado cliente. Existe todo um trabalho de pesquisa e inciativas. O depoimento dela serviu para alimentar ainda mais a minha convicção de que a assessoria de imprensa hoje é o ramo jornalístico que mais esta sendo explorado e desenvolvido!

  7. ADONIRAN says:

    FOI MUITO INTERESSANTE O DEPOIMENTO DA JORNALISTA MARIANA BAIMA, POIS ELA NOS MOSTROU A GRANDE NECESSIDADE DE ESTUDARMOS SOBRE A ACESSORIA DE IMPRENSA, JÁ QUE O MERCADO ESTA AÍ PARA SER EXPLORADO, SO BASTA UM INTERESSE MAIOR, DE INCLUIR A ACESSORIA COMO DISPLINA, E ESSE MEIO DEVE SER UM POUCO MAIS DIVULGADO.

    ACREDITO QUE A ACESSORIA DE IMPRENSA VAI CRESCER MUITO NOS ULTIMOS ANOS, POIS EXISTE UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO DAS EMPRESAS EM VER SEU NOME NA MÍDIA.

    EM SEU DEPOIMENTO, MARIANA DEVERIA TER FALADO UM POUCO MAIS COMO FUNCIONA A ACESSORIA DE IMPRENSA, DEIXANDO UM POUCO DE LADO SUA TRAJETÓRIA COMO JORNALISTA IMPREENDEDORA.

  8. ADONIRAN says:

    FOI MUITO INTERESSANTE O DEPOIMENTO DA JORNALISTA MARIANA BAIMA, POIS ELA NOS MOSTROU A GRANDE NECESSIDADE DE ESTUDARMOS SOBRE A ASSESSORIA DE IMPRENSA, JÁ QUE O MERCADO ESTA AÍ PARA SER EXPLORADO, SO BASTA UM INTERESSE MAIOR, DE INCLUIR A ACESSORIA COMO DISPLINA, E ESSE MEIO DEVE SER UM POUCO MAIS DIVULGADO.

    ACREDITO QUE A ASSESSORIA DE IMPRENSA VAI CRESCER MUITO NOS ULTIMOS ANOS, POIS EXISTE UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO DAS EMPRESAS EM VER SEU NOME NA MÍDIA.

    EM SEU DEPOIMENTO, MARIANA DEVERIA TER FALADO UM POUCO MAIS COMO FUNCIONA, DEIXANDO UM POUCO DE LADO SUA TRAJETÓRIA COMO JORNALISTA EMPREENDEDORA.

  9. Francyelle says:

    Gostei muito da palestra de Mariana, acho que ela tem uma perspectiva de empreendedorimo muito ampla. Admiro a capacidade desse pessoal empreendedor de ter seu próprio negócio, de levar adiante uma empresa, coisa que como já disse em aula, não teria coragem.
    Quanto ao depoimento dela, o que mais gostei, foi quando ela descreveu sua opinião na diferença entre estagiário e profissional. Muito legal o fato de ela respeitar a carga horária da estagiária que trabalha com ela e de contratar e respeitar a profissional contratada. São raras as empresas que tratam com dignidade as pessoas que prestam serviços a elas.

  10. Rui Neto says:

    Achar, criar e desenvolver a personagem, eis o ponto para a acessoria deslanchar emplacando matérias dos seus clientes. Como, normalmente estes clientes são empresas querendo sair na mídia para ganhar mercado, o jornalista deve ser criativo, para não virar publicitário e vender o peixe. Acho que o gancho das empresas para emplacar na mídia têm sido os programas de responsabilidade social, ai basta ao jornalista contatar o veículo à publicar e contar “bem direitinho” a história do cliente.

    Rogério, cadê o link para o comentário sobre o Carlson?

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