Estudo de caso: Jornalismo de gênero e de classe
Por Cley
ton Amaral
Na contramão do mercado cada vez mais globalizado, no qual grandes editoras se pautam em lançar publicações de moda, beleza, e futilidade, surge à revista Pobres & Nojentas. O nome é uma sátira da revista Ricas e Famosas. A publicação, sem distribuidora e sem estrutura de uma empresa capitalista, é vendida de mão em mão, pelo Correio e tem circulação bimestral em Florianópolis.
Pobres e Nojentas é uma revista editada pela Companhia dos Loucos, grupo de jornalistas do sul do paÃs que decidiu lançar um periódico que, com ironia, mas também com seriedade, possa se contrapor à superficialidade do chamado “jornalismo de genteâ€.
A publicação é um movimento de gênero e de classe, o foco está no povo que trabalha, luta e constrói mundos, traz historia das mulheres pobres, marginalizadas, oprimidas, que raramente têm onde se expressar.
A palavra nojenta, segundo a jornalista Elaine Tavares, não tem qualquer conotação de sujeira. No interior do Rio Grande do Sul – de onde vem à expressão “uma guria nojentaâ€, é aquela que não se dobra a nada nem ninguém. Que entra nos lugares onde não é chamada, que empina o nariz quando todos a censuram, que não aceita ordens, que sabe dizer um não, que questiona velhos valores, que cria o novo, que inventa primaveras em noite de temporal, conta a jornalista.
A primeira edição foi lançada em abril de 2006, com o custo de quatro reais. Em torno de 28 páginas, com a capa colorida e o conteúdo interno em preto e branco, mas para as pobres e nojentas não importa a cor das palavras e sim o sentido em que elas são empregadas. Hoje a publicação já passa de oito edições e pode ser encontrada no centro de convivência da UFSC, na banca da Praça XV. Ou pelo contato eteia@gmx.net.
15. May, 2009 at 11:20
ola!!! wagener,sou sebastião moro em realengo procimo ao hospital holiverio, venho comunicar com uma serta urgência,e também com um forma de denúncia,que aqui em Realengo estamos precisando que faça uma reportagem sobre semafro,por que estamos tendo um enorme deficuldade de poder atravesar esta rua:água braca que vai pra este hospital,as vezes ficamos em serca de mais de 20minuto para atravesar,muitas das vezes sãos senhoras que dependem deste benefÃcio,obs:não tem sequer faichas de pedestre os veiculos passam em alticima velocidade o unico sinal que temos está benificiando o mercado guanabara que fica na estrada do agua branca.Mais o hospital não tá,gostaria com isto wagner você possa cobrar pra nóis este benificio,isto fica enfrente o posto de gasolina que vai para este hospital muito obrigado por sua atenção…
4. June, 2009 at 11:52
um grande abraço vagner
23. July, 2009 at 17:02
Eu Neusa da Guia de Jesus,venho por intermédio do programa Balanço Geral, fazer uma denúncia contra o julgamento do senhor Widson Santos Campos realizado em maio de 2009 pela Excelência Juiz Rafael no Fórum do municÃpio de ItaguaÃ, onde nessa instância o réu foi condenado a 4 anos de prisão por tráfico de drogas, sendo que o réu apenas foi preso por porte ilegal de arma e não por drogas como foi julgado e condenado pelo Juiz.Por isso, solicito ajuda ao programa para que possamos reaver esse julgamento e seja realizado um novo julgamento conforme a situação do réu.