Comer ostras no Ribeirão da Ilha é um programa daqueles que nativos e turistas curtem o ano inteiro. Eu particularmente prefiro os mariscos (ou mexilhões), mas não são poucos os que babam quando vêem as ostras chegando à mesa, in natura ou gratinadas, depois de serem colhidas na hora, na frente do cliente. Há uma série de restaurantes por lá, o que motivou os vereadores a denomimar a rua principal do Ribeirão de “Rota das Ostras“.
Na última temporada, foram vendidas 5.000 dúzias por mês, segundo declaração publicada no site da Câmara Municipal de Floripa. “Os preços variam de R$ 35 a R$ 100 reais”, diz o texto da CMF, onde trabalha a jornalista Scarlet Silva, autora das lindas fotos que ilustram esse post (obrigado Scarlet!).
Essa foto aà acima é ali do Ribeirão, e mostra um pouco das 93 fazendas marinhas que existem na BaÃa Sul, segundo matéria do AN Capital (20/09/2007) republicada pelo Portal Sul da Ilha. Em Floripa há 129 produtores de ostras, “distribuÃdos num parque aquÃcola de 176,7 hectares”, com produção de 1.615 toneladas do molusco na última safra, o que representa 51,23% da produção de Santa Catarina. Se somarmos a produção do municÃpio vizinho de Palhoça, o volume corresponde a 90% do total do estado.
Boa parte desta produção é vendida para os grandes centros consumidores do paÃs e até exportada para o Cone Sul. Mas o bom mesmo é sentar ali no Ribeirão, ou em Santo Antônio de Lisboa, duas das mais antigas localidades de colonização açoriana na Ilha, e desfrutar das ostras e mariscos curtindo o visual, que no pôr-do-sol é ainda mais bonito.





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